
Autor: plateiasobralense

A Secretaria da Segurança Cidadã (Sesec) entregou, na última quarta-feira (28/07), o primeiro Registro Geral (RG) deste ano com o nome social na identificação do documento, ação voltada para pessoas travestis e transexuais do município (Lei nº 2074/2021). A beneficiada foi Lola Alves, de 26 anos, moradora do bairro Junco.
“O reconhecimento do nome social é um direito básico, especialmente para pessoas travestis e trans, que lutam ainda contra o constrangimento de serem chamadas pelo nome pelo qual não se identificam. Agora, quando eu for a qualquer lugar, será o meu nome, que eu escolhi, que aparecerá na identidade. A satisfação que dá em ver que no meu documento está escrito Lola é incrível”, comemorou.
O RG é expedido pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará. Em Sobral, a Sesec realiza um trabalho de intermédio para solicitação do documento.
Para realizar o pedido de inclusão do nome social, os sobralenses podem procurar o setor de emissão de RG da Célula de Inserção Social da Coordenadoria da Cidadania, que funciona na Casa do Cidadão, ou o guichê da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) no Vapt Vupt. É necessário preencher um requerimento de inclusão do nome social e solicitar uma segunda via do documento, com o pagamento da respectiva taxa.
De acordo com a coordenadora da Cidadania, Emanuelle Carneiro, o direito das pessoas travestis e transexuais de serem reconhecidas por sua identidade de gênero tornou-se mais rápido e menos burocrático. “Desde abril, o município tem a determinação de adotar o nome social. Isso é respeito e garantia da cidadania”, finalizou.
NOME SOCIAL
A Lei nº 2074, sancionada pelo prefeito Ivo Gomes, reconhece o direito à inclusão e ao uso do nome social na identificação dos munícipes e de servidores e usuários do serviço público municipal que assim solicitarem, em especial para contemplar a identidade de gênero (aparência), em todos os registros relativos a serviços públicos, como cadastros, formulários, prontuários, registros escolares e documentos congêneres.
O servidor ou funcionário público tem direito à emissão de documentos administrativos de identificação (crachá ou cartão de acesso que conste a foto e o nome do servidor ou empregado público). No documento deve constar seu nome social ao qual se reconhece, pelo órgão de lotação, se solicitado.
A Olimpíada de Tóquio, no Japão, chega ao fim essa semana. Mas as homenagens aos atletas que fizeram história nessa edição olímpica não param. Uma delas é a exposição online Nossos Heróis Olímpicos, que apresenta os atletas brasileiros retratados por diversos cartunistas.


Glen Batoca desenha o medalhista Ítalo Ferreira. – Glen Batoca/Reprodução
Nesses traços estão representados atletas como a ginasta Rebeca Andrade, medalhista de ouro e de prata em Tóquio; a skatista Rayssa Leal, de apenas 13 anos, que conquistou a prata; e o surfista Ítalo Ferreira, medalhista de ouro. Há também homenagens a outros medalhistas de esportes como o judô e a natação.
As caricaturas e as charges foram feitas por desenhistas como Dálcio Machado, Cau Gomes, Mauricio de Sousa, Nei Lima, Glen Batoca, Bruno Honda, Rodrigo Brum, Synnove Hilkner e Thiago Lucas, dentre outros.
A ideia da exposição é ser uma celebração: uma grande festa do humor gráfico nesses tempos tristes da pandemia. Novos cartuns serão acrescentados ao site conforme os atletas se destaquem nos jogos.
A exposição online foi organizada pelo cartunista e presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, José Alberto Lovetro, mais conhecido como JAL. “O humor gráfico sempre foi uma festa e nossos artistas são os melhores do mundo. Merecem medalha de ouro sempre. Estamos batendo o recorde mundial de sorrisos”, disse ele.
via Agência Brasil

Iniciando nesta quinta, 5 de agosto, o projeto irá reunir em um bate-papo idosos que buscaram desenvolver diferentes expressões intelectuais e desejam compartilhar suas experiências.
Visando demonstrar que o idoso é um ser produtivo, repleto de conhecimentos, saberes e experiências a serem compartilhados com outros idosos e com a sociedade em geral, o Programa de Ação Integrada para o Aposentado (PAI), com apoio da Coordenadoria de Promoção da Qualidade de Vida do Aposentado (COPAI), lançam a segunda edição do projeto “atemporais.com”.
Buscando promover o protagonismo na velhice, possibilitando que estes idosos assumam o papel de agentes de transformação, a atividade terá apresentação de Mazé Figueiredo, integrante do Programa PAI, e será transmitida no próximo dia 5 de agosto, às 16h30, pelo canal do YouTube do Theatro José de Alencar (TJA), equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM).
Na ocasião, os entrevistados irão dividir um pouco de suas trajetórias e inspirações de vida. O projeto quer inspirar os idosos e desenvolver atividades que lhe dêem satisfação pessoal, elevem sua autoestima e, como resultado, sejam reconhecidos como cidadãos que são, reivindiquem de seus direitos, adotem uma postura mais autônoma e se percebam parte da comunidade onde vivem.
A programação virtual será livre e terá como alvo idosos comuns que prezam pelo desenvolvimento através da expressão cultural, intelectual, artística, política e/ou profissional e que demonstre o desejo de compartilhar conhecimentos e experiências com outras pessoas em um bate-papo de reflexão e aprendizagem.
Sobre Mazé Figueiredo
Gerontóloga, pedagoga e atriz, mossoroense de nascimento, cearense de coração, mulher brasileira e cidadã do mundo. Aposentada como bancária, voltou aos palcos depois de 30 anos, como fênix a renascer das cinzas, por ter a idade que seu coração sente, não importando se está com 82 janeiros. E caminhando pelos palcos, ao longo de quase 30 anos, sente-se feliz como atriz da Maturidade porque acredita nos sonhos e na capacidade de realizá-los. E é uma maravilha saber que a arte da vida consiste em fazer de dia, uma obra de arte, porque não imporá a cor do céu, quem faz o dia bonito é você.
SERVIÇO
Programa “atemporais.com” (2ª edição)
Quando: dia 5 de agosto, às 16h30
Apresentação: Mazé Figueiredo
Transmissão: YouTube do TJA

O evento acontece de 13 a 22 de agosto de 2021 com a transmissão ao vivo de espetáculos, direto do Theatro José de Alencar e do Teatro B. de Paiva, no Porto Dragão. Teatro Máquina (O Cantil), Edisca (Estrelário) e Cia Dita (Fortaleza), estão entre as atrações. O acesso à transmissão é gratuito.
Manter a dança próxima do público sem a sua presença na plateia. Essa é a proposta da Bienal Internacional de Dança do Ceará / De Par Em Par com a tecnologia empregada na filmagem de espetáculos em sua 7ª edição. O resultado é a transmissão ao vivo, em realidade virtual, que poderá ser acompanhada de 13 a 22 de agosto de 2021 no canal do evento no YouTube.
Nos palcos do Theatro José de Alencar e Teatro B. de Paiva, no Porto Dragão, equipamentos da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult-CE), 22 espetáculos de artistas cearenses vão ser apresentados e transmitidos ao vivo, em sessões às 18h e 21h. Seguindo os protocolos de biossegurança recomendados pelas autoridades sanitárias, o acesso aos teatros será restrito aos artistas e técnicos envolvidos nas produções, todos devidamente vacinados e/ou submetidos ao teste de RT-PCR (swab).
A VII Bienal de Dança / De Par Em Par é apresentada pelo Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult-CE), Lei Estadual Nº 13.811 – Mecenato Estadual. Agradecimento: Enel. Apoio: Lei Aldir Blanc (Governo do Estado do Ceará/ Secult-CE, Prefeitura Municipal de Fortaleza/Secultfor, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal), Consulado Geral da França para o Nordeste. Parceria: Quitanda Soluções Criativas. Apoio institucional: Theatro José de Alencar, Porto Dragão e Porto Iracema das Artes. Realização: Indústria da Dança e Proarte.
A abertura, no dia 13 de agosto, no TJA, será com o Teatro Máquina na remontagem do premiado “O Cantil” (2008), espetáculo mais antigo do grupo de teatro fundado há 18 anos em Fortaleza. Com texto e direção de Fran Teixeira, “O Cantil” surge de uma leitura bastante específica de “A exceção e a regra”, de Bertolt Brecht, onde a palavra é suprimida, para que o gesto seja enfatizado e o trabalho dos atores possa ser refuncionalizado pelo exercício de demonstração e manipulação. Também na noite de abertura a Cia Dita volta aos palcos da Bienal com “Fortaleza”, espetáculo que estreou em 2019 fazendo um paralelo entre o corpo e a cidade.
A Edisca, um dos projetos sociais mais respeitados no país, no campo das artes para crianças e adolescentes, em especial a dança, também está de volta aos palcos da Bienal para apresentar “Estrelário”, seu mais recente espetáculo. Todo o elenco da escola dançará de máscara.
Projetos de intercâmbio e colaboração entre companhias e coreógrafos desenvolvidos pela Bienal de Dança marcam a trajetória do evento, que nesta edição da De Par Em Par apresenta, como resultado dos Percursos de Criação, “Inventário de Belezas”, uma criação do coreógrafo convidado Luiz Fernando Bongiovanni, apresentado pela Paracuru Cia de Dança, com direção de Flávio Sampaio.
É fruto de intercâmbio também a adaptação de “My (Petit) Pogo”, obra de maior circulação na França da Cie. R.A.M.a., do coreógrafo Fabrice Ramalingom, com a Carnaúba Criações, do Ceará. Com a direção online do coreógrafo francês, a remontagem com bailarinos no Ceará teve, de forma presencial, a cearense Clarice Lima como assistente de direção e ensaiadora. Parceria entre a Bienal e o Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife, esta é uma experiência inédita de transmissão coreográfica transoceânica, onde os artistas envolvidos se engajam na adaptação de uma escrita e de uma didática precisas aos corpos e público brasileiro.
“My (Petit) Pogo” será um dos três espetáculos desta edição que a Bienal apresenta com tradução em libras, reafirmando seu compromisso com a acessibilidade dentro e fora dos palcos. Terá tradução também “No’Tro Corpo”, um ensaio sobre as possibilidades do corpo do criador e intérprete João Paulo Lima, idealizador da Plataforma de Dança e Acessibilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Clarissa Costa e Jhon Morais apresentam “Felizes para Sempre”, uma proposta cênica de dança-integrada onde usam com apropriação, técnicas de danças de salão, gestos e vocabulários da Língua Brasileira de Sinais.
Alguns projetos que terão apresentações transmitidas em realidade virtual, foram desenvolvidos no Laboratório de Criação em Dança da Escola Porto Iracema das Artes: “Fortaleza 2040”, com Andreia Pires; “O cheiro da lycra”, de Alysson Amancio Cia de Dança; “233A 720 KALOS”, da Cia Vatá – Companhia de Brincantes Valéria Pinheiro; “Tudo passa sobre a terra”, de Rosa Primo; e “Corpos embarcados”, da Companhia Barlavento, trabalho com direção coreográfica de Circe Macena, que divide a criação e interpretação com Marina Brito, sob orientação de Maria Eugênia de Almeida (SP).
A Companhia da Arte Andanças, com direção de Andréa Bardawil, apresenta dois espetáculos, “O tempo da paixão ou o desejo é um lago azul” e “Graça”, este em parceria com Graça Martins, intérprete-criadora; a bailarina, coreógrafa e performer Silvia Moura e o ator, dramaturgo e diretor teatral Ricardo Guilherme estão em “Se ela dança, eu canto” e Ricardo Guilherme apresenta também “RamaDança”, neologismo criado pelo autor para relacionar os termos ramadã (período sagrado dos muçulmanos) e dança.
Nos palcos da Bienal De Par Em Par também se apresentam Edmar Cândido em “Canil”; Cia Balé Baião, direção de Gerson Moreno, em “Prelúdio para danças caboclas”; Zé Viana Júnior em “CorpoCatimbó”; Cia Dita, em “Mulata”, solo da bailarina Wilemara Barros; Rosa Primo em “Iracema”. E Lourdes Macena homenageada nesta edição da Bienal De Par Em Par, leva ao palco no encerramento o Grupo Miraira, que fundou há 39 anos, quando ingressou na Escola Técnica Federal do Ceará, atuando na disciplina de Educação Artística. O grupo apresenta “Povoado”, com quadros dançados no último espetáculo, “Pátria Grande”, que estreou em novembro de 2019.
REALIDADE VIRTUAL
Para dar ao espectador a sensação de estar no lugar da câmera, podendo com isso escolher para onde olhar, será utilizada a câmera VR, que se constitui em um conjunto de câmeras que conseguem filmar o espetáculo a partir de várias lentes alinhadas. Essa tecnologia permite compor uma espécie de esfera ótica onde se filma um espaço em 360 graus.
O cineasta cearense Alexandre Veras é o diretor da transmissão ao vivo. “A utilização dessa tecnologia traz a dimensão dos múltiplos recortes da imagem, abrindo ao espectador a possibilidade de maior interação diante de um quadro que não está pré-definido. O espetáculo é gravado mantendo uma dimensão cênica e o espectador pode navegar, fruir, olhando para onde quer”, diz.
Essa tecnologia, conforme explica Alexandre, restitui a possibilidade que às vezes o olhar da câmera retira, quando enquadra e fixa em um ponto de vista. “Isso colocou outras possibilidades em relação à fruição do espetáculo cênico mediado pela tecnologia, é como se o espectador estivesse fazendo várias leituras do espetáculo. Não é mais nem menos, é só diferente”, continua. Independentemente da tecnologia, o que a Bienal de Dança pretende trazer a partir da realidade virtual é a abertura de outros possíveis modos da dança ser.
Além da transmissão ao vivo, a tecnologia utilizada na filmagem vai gerar um arquivo de imagens que possibilitará manter a íntegra dos espetáculos filmados e a produção dos documentários das companhias, que incluem cenas de bastidores, making of e o processo de produção de cada espetáculo.
BIENAL DOS ANOS PARES
Reconhecida internacionalmente como um dos grandes eventos de dança realizados no Brasil, a Bienal Internacional de Dança do Ceará, acontece desde 1997 sempre nos anos ímpares, no mês de outubro. Em 2008 deu início à Bienal De Par Em Par, um desdobramento da consolidada edição dos anos ímpares e, desde então, vinha sendo realizada sempre nos anos pares, também no mês de outubro.
A pandemia de Covid-19 inviabilizou a realização da 7ª Bienal De Par Em Par em outubro de 2020, que foi adiada para março de 2021, com programação 100% online. As apresentações ao vivo com transmissão em realidade virtual, que acontecem agora em agosto, seriam realizadas em março, juntamente com o Seminário TEPe e uma série de eventos integrados, que juntos formaram uma parte da programação chamada de Redes Confluentes, mas foram adiadas em virtude do decreto de lockdown no período.
SERVIÇO
7ª Bienal Int. de Dança / De Par Em Par (Bienal dos anos pares. Edição de 2020) – Seminário e programação de videodança – De 05 a 14 de março de 2021 no canal da Bienal no YouTube.
7ª Bienal Int. de Dança / De Par Em Par (Bienal dos anos pares. Edição de 2020) – Espetáculos em realidade virtual – De 13 a 22 de agosto de 2021 no canal da Bienal no Youtube.
Informações: bienal@bienaldedanca.com
Site: www.bienaldedanca.com.br
Toda a programação da Bienal é gratuita.

A Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) prorrogou as inscrições para dois editais do programa Agentes de Leitura: o Edital “Bolsas Agentes de Leitura do Ceará 2021” e o Edital “Formadores do Programa Agentes de Leitura 2021”. Interessados podem fazer as inscrições até quarta-feira, 4/8, pelo site de editais da Secult (www.editais.cultura.ce.br). A iniciativa tem por finalidade selecionar jovens de 18 a 29 anos para promover a democratização do acesso ao livro e aos meios da leitura como ação cultural estratégica de inclusão social, desenvolvimento humano e cidadania, com ênfase na formação de leitores, incentivando o aprimoramento da interpretação de textos, e a fruição da leitura literária no âmbito familiar das comunidades de baixa renda.

Durante muitos anos, mais precisamente do fim do século XIX até meados do século XX, praticar capoeira no Brasil era considerado um crime, de acordo com a lei “Sampaio Ferraz”, de 1890.
Apenas após vários anos, com o governo de Getúlio Vargas, os capoeiristas puderam finalmente exercer esta arte livremente pelo país.
Hoje, a capoeira é um dos principais cartões de visita da cultura brasileira em todo mundo.

As inscrições serão entre os dias 3 e 6 de agosto. Podem concorrer, via Sisu estudantes que participaram da edição de 2020 do Enem
O campus de Sobral do Instituto Federal do Ceará (IFCE) está ofertando 210 vagas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2021.2. São 35 vagas em seis cursos superiores: Licenciatura em Física, Licenciatura em Matemática, Tecnologia em Alimentos, Tecnologia em Irrigação e Drenagem, Tecnologia em Mecatrônica Industrial e Tecnologia em Saneamento Ambiental. Podem concorrer estudantes que participaram da edição de 2020 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), não zeraram a nota da redação e concluíram o Ensino Médio. Edital já foi lançado.
As inscrições serão entre os dias 3 e 6 de agosto, no site https://sisu.mec.gov.br/. O resultado da chamada regular está previsto para 10 de agosto. A partir dessa data e até 16 de agosto, os não aprovados na chamada regular poderão manifestar interesse em participar da lista de espera pelas vagas remanescentes, também por meio do site do Sisu.
Das vagas ofertadas pelo IFCE Sobral, metade é reservada para candidatos que façam jus às cotas sociais estabelecidas por meio da Lei Federal nº 12.711/2012. Como de praxe, o candidato poderá realizar a inscrição para até duas opções de vaga.
Os cursos tecnológicos são ofertados em tempo integral (manhã e tarde). Já as aulas da Licenciatura em Física serão no turno da noite e as da Licenciatura em Matemática no turno da manhã. O semestre 2021.2 está previsto para iniciar, em Sobral, no dia 21 de fevereiro de 2022.
O edital do SISU 2021.2 no IFCE e seus anexos estão na página do SISU/IFCE (https://ifce.edu.br/acesso-rapido/concursos-publicos/editais/ensino/enem-sisu/2021/processo-seletivo-2021.2/edital-ifce-sisu-2021.2).

Ação tem o objetivo de aproximar o público do processo de criação artística da vida de animais da pré-história
Manifestação que alia arte e ciência, a paleoarte consiste na reprodução visual da vida de animais pré-históricos por meio de esculturas e pinturas, dentre outras técnicas. Essas representações são feitas a partir da observação e da interpretação de fósseis e evidências científicas, com o objetivo de retratar, de forma fiel, o organismo extinto. E é justamente por meio da paleoarte que temos, hoje, a oportunidade de ver como eram esses seres e como eles viviam há milhões de anos.
Como forma de apresentar para o público mais sobre o assunto, além de mostrar na prática o processo de criação, o Sesc Ceará vai realizar uma série de residências artísticas com Francisco dos Santos, que acontece em Juazeiro do Norte (09 a 13 de agosto), Crato (13 a 18 de setembro) e Fortaleza (08 a 12 de novembro). Na ocasião, os interessados vão ter a chance de participar de uma oficina para a confecção de réplicas de fósseis, em tamanho natural, que foram encontrados na Bacia Sedimentar do Araripe.
As inscrições para a Residência Artística em Paleoarte em Juazeiro do Norte já estão abertas e podem ser feitas pelo telefone (88) 3512.3355 – Ramal: 241 e presencialmente na unidade, com mais informações pelo Instagram @shanaduatelie. As vagas limitadas a 20 participantes, com idade a partir de 16 anos, por ordem de inscrição. O único pré-requisito é possuir noção em escultura.
As obras produzidas pelos alunos durante as residências artísticas vão fazer parte da exposição “Gigantes do Kariri – Um Voo pela Paleoarte”, que passará por Crato e Fortaleza, após ficar em cartaz de primeiro a 30 de julho no Sesc Juazeiro do Norte. Com curadoria de Edvânia Martins, a mostra traz obras de Francisco dos Santos que retratam os seres pré-históricos que habitaram a região há milhões de anos.
SERVIÇO
Residência Artística em Paleoarte – Juazeiro do Norte
Dia: 09 a 13 de agosto
Horário: 18h30 às 21h30
Local: Galeria de Artes do Sesc Juazeiro do Norte (R. da Matriz, 227 – Centro)
Inscrições: (88) 3512.3355 – Ramal: 241 e presencialmente na unidade
Vagas: 20, por ordem de inscrição
Classificação: 16 anos
GRÁTIS

Fernanda Montenegro usou as redes sociais para lamentar o incêndio que atingiu o galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, na noite desta quinta-feira (29).
Segundo informações dos bombeiros, o fogo começou quando uma empresa terceirizada fazia manutenção do ar condicionado. Não houve vítimas.
Fernanda fez um post em que diz: “Eu quero falar aqui o que eu escrevi. O incêndio na nossa Cinemateca Brasileira em São Paulo, é uma tragédia anunciada”.
“Toda a nossa cultura das artes sofre um ‘cala a boca’ neste momento. Mas vamos renascer, tenho certeza. Nós temos certeza”.
“Das cinzas, vamos renascer. É sagrado o eterno retorno. Das artes, então. Na cultura das artes, então. Um país não existe sem cultura ligada as artes.”
Ao longo de toda sexta-feira (30), famosos e autoridades lamentaram o incidente na Cinemateca Brasileira.
Em conversa com o G1, Paloma Rocha, filha de Glauber Rocha, relatou que parte do acervo do cineasta foi perdido no incêndio.
Paloma contou ainda que lutava junto à secretaria de Cultura para salvar acervo do pai mesmo antes do incêndio na Cinemateca: “Até que pegou fogo”, lamentou.
Via g1.com