Estreia do Ciclo de Debates em Etnomusicologia: 20 anos da ABET

No dia 18 de novembro, às 17h (BRT), no canal no YouTube da ABET, estreiará o  Ciclo de Debates em Etnomusicologia, vinculado à celebração dos 20 anos da Associação Brasileira de Etnomusicologia em 2021.

O primeiro encontro terá a participação do prof. Dr. Carlos Sandroni (UFPE) e do prof. Dr. Samuel Araújo (UFRJ), com mediação do prof. Dr. Edilberto Fonseca (UFF).

Clique aqui para acessar o link do evento!

O ciclo, que é coordenado pelo prof. Dr. Edilberto Fonseca, é realizado pela Associação Brasileira de Etnomusicologia (ABET), pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pelo Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio da Universidade do Estado do Pará (UEPA).

A proposta do ciclo de debates é realizar uma série de entrevistas virtuais online com professores/as, pesquisadores/as e mestres/as a respeito da trajetória da Etnomusicologia no país, sua constituição e consolidação como disciplina acadêmica. Os encontros pretendem debater alguns dos principais temas pesquisados na área nos últimos 20 anos, enfocando especialmente a institucionalização desse campo de estudos a partir da formalização da Associação Brasileira de Etnomusicologia/ABET, durante o encontro do Internacional Council for Traditional Music/ICTM, realizado no Rio de Janeiro em 2001.

O objetivo central é criar um espaço de debates e também de divulgação das iniciativas, pesquisas e dos trabalhos realizados, trazendo uma contribuição para um balanço panorâmico da produção bibliográfica e audiovisual acadêmica do campo etnomusicológico brasileiro no século XXI. Para isso, pretende-se contar com a participação de representantes acadêmicos/as e não acadêmicos/as que têm sido referenciais na trajetória da constituição de um campo de estudos que têm proposto alternativas teórico-metodológicas e epistêmicas dentro do panorama internacional das pesquisas que historicamente se situam na interface entre música e etnografia.

Confira as lives dos artistas para hoje (17/11)

Confira as lives, transmissão ao vivo via rede sociais, programadas para hoje, terça-feira, 17 de novembro (17/11), de artistas do Brasil e do mundo. Abaixo está a programação de cada artista ou grupo, com hora e local da transmissão.

19 horas: Olivinho Quarteto
Onde: No Youtube e no Instagram do Sesc São Paulo

20 horas: João Cavalcanti e Nilze Carvalho
Onde: no canal Fundição Progresso no Youtube

21 horas: Coletivo Casa4 – espetáculo “Casa4 em Casa”
Onde: No Youtube e no Instagram do Sesc São Paulo

Lives diárias

19 horas: Underground Radio – DJs Ricardo Escudeiro e Gé Rodrigues
Onde: no site do Madame Underground Club

22 horas: Teresa Cristina
Onde: no Instagram @teresacristinaoficial

Lives semanais

Lives de segunda-feira

21 horas: Metallica (gravado)
Onde: no canal da banda no Youtube

Lives de terça-feira

19h30min: Hora do Spanta – Max Viana e convidados
Convidados da semana: Mr. Dan e Wic Tavares
Onde: no Instagram @spantanenem

23 horas: Sofi Tukker
Onde: no Instagram @sofitukker

Lives de quarta-feira

16 horas: Sepultura
Onde: no site da banda

21 horas: Dave Matthews Band
Onde: no site do artista

Lives de quinta-feira

17 horas: Norah Jones
Onde: na página da cantora no Facebook

Lives de sexta-feira

21 horas: Pitty
Onde: no canal da cantora no Twitch

Lives de domingo

18 horas: Simone
Onde: no Instagram da cantora

Outras lives fixas

Lives de quarta a sábado

14 horas: Sofi Tukker
Onde: no Instagram @sofitukker

via o povo online

SESC promove curso online de Políticas Culturais e Diversidade de 23 a 25/11

A realização do “Seminário Diversidade Cultural: 15 anos da Convenção da Unesco e 10 anos do Plano Nacional de Cultura” é uma iniciativa do Centro de Formação e Pesquisa do SESC/SP e do Observatório da Diversidade Cultural (ODC) com o objetivo de debater com professores, pesquisadores, estudantes, artistas, agentes culturais, gestores culturais e público em geral o estágio atual de implementação de dois instrumentos político/institucionais fundamentais para o exercício dos direitos culturais e para a proteção e promoção da diversidade cultural no Brasil: a Convenção para a proteção e promoção das expressões da Diversidade Cultural da UNESCO e o Plano Nacional de Cultura (PNC).

Esse Seminário pretende abrir espaço para o debate, a avaliação e a construção de perspectivas futuras de ambos os instrumentos, além de levantar os caminhos para o seu fortalecimento no contexto brasileiro, de forma a contribuir para o enfrentamento e a superação dos atuais desafios decorrentes das radicais mudanças na condução das políticas culturais no país.

PROGRAMAÇÃO

Dia 23/11

19h – Mesa de Abertura: Representantes das instituições promotoras
Com Isabel de Freitas Paula/UNESCO Brasil, José Marcio Barros UEMG/ODC e Danilo Santos de Miranda Diretor Sesc São Paulo

19h30 às 21h30 – Mesa de debate 1: 10 anos do PNC e 15 anos da Convenção: desafios e perspectivas de futuro
Expositoras: Rosimeri de Fátima Carvalho da Silva/UFRGS e Giuliana Kauark / UFRB.
Mediador: José Marcio Barros UEMG/ODC.

Dia 24/11
19h – Mesa de debate 2: Diversidade cultural e desenvolvimento sustentável
Expositores: Giselle Dupin/ODC, Claudia Leitão/Observatório de Fortaleza e Rodrigo Nunes/PBH.
Mediação: José Rogério Lopes/ UFRGS.

Dia 25/11
19h – Mesa de debate 3: Plano Nacional de Cultura: e os próximos 10 anos?

Expositores: Albino Rubim/UFba, Humberto Cunha/UNIFOR e Eloise Delagnelo/UFSc .
Mediação: Guilherme Varella.

Obs: O participante precisa ter celular e computador e conhecer os princípios básicos para uso desses equipamentos. Após a conclusão da sua inscrição on-line na atividade e/ ou curso, você receberá por e-mail um link de acesso à Plataforma Microsoft Teams, onde será realizada a atividade e/ou curso, com até 1 (um) dia de antecedência da data de início. O acesso também poderá ser realizado através do web navegador de sua preferência.

As inscrições podem ser feitas a partir das 14h do dia 28/10, no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. O cadastro é pessoal e intransferível.

*Este curso será 100% Online. Após o encerramento, será possível solicitar sua declaração de participação, enviando um email para declaração.cpf@sescsp.org.br

(Arte: Walter Cruz)

Palestrantes

José Márcio Barros

Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Professor Efetivo e Pesquisador do PPG em Artes da UEMG e do PPG em Cultura e Sociedade da UFBa. Coordenador do Observatório da Diversidade Cultural (ODC) e consultor nas áreas de gestão cultural, políticas culturais e diversidade cultural.

Danilo Santos de Miranda

Filósofo, Cientista Social e especialista em Ação Cultural. Diretor Regional do Sesc – Serviço Social do Comércio no Estado de São Paulo. Conselheiro em diversas entidades, dentre as quais a Fundação Itaú Cultural, Fundação Padre Anchieta, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Rede Nossa São Paulo, Conselho Nacional de Política Cultural, Conselho de Turismo e Negócios da Fecomércio, Conselho Municipal de Turismo da Cidade de São Paulo, Fórum de Educação e Cultura Contemporânea. É membro da Art for the World, com sede na Suíça.

Antônio Albino Rubim

Graduado em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia e em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina, mestre em Ciências Sociais pela EFBA, doutor em Sociologia pela USP e pós-doutor em Políticas Culturais pela Universidade de Buenos Aires e Universidade San Martin (2006) é professor titular da UFBA.

Claudia Leitão

Mestra em Direito pela USP, Doutora em Sociologia pela Sorbonne, Professora da Universidade Estadual do Ceará.  É Diretora do Observatório da Governança Municipal do Instituto de Planejamento de Fortaleza, presidente da Câmara Setorial de Economia Criativa do CE.

Guilherme Varella

Pesquisador, advogado, gestor cultural e músico. Doutorando em Direito na USP. Foi secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (2015-16) e assessor técnico e chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (2013-15). Autor do livro “Plano Nacional de Cultura: direitos e políticas culturais no Brasil” (Azougue, 2014).

Eloise Dellagnelo

Pós-doutora em Políticas e Gestão Cultural pela Universidade Autônoma Metropolitana (México) e em Estudos Organizacionais pela Universidade de Essex (Inglaterra). Professora do Programa de Pós graduação em Administração da UFSC.

Giselle Dupin

Graduada em Comunicação/Jornalismo (UFMG), especializada em Relações Internacionais (PUC-MG) e Gestão Cultural (Paris Dauphine), é pesquisadora do Observatório da Diversidade Cultural desde sua criação. Integrou o banco de especialistas da UNESCO para a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

Giuliana Kauark

Giuliana Kauark professora do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia. Mestra e doutora em Cultura e Sociedade (UFBA), desenvolve pesquisas nos Observatórios de Políticas e Gestão Culturais (UFBA) e da Diversidade Cultural (UEMG).

Humberto Cunha Filho

Professor Titular dos Programas de Graduação, Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Visiting Fellow e estudos pós-doutorais na Universidade de Milão-Bicocca. Autor do Livro “Teoria dos Direitos Culturais” (Edições SESC-SP). Advogado da União.

Isabel de Freitas Paula

Coordenadora de Cultura da UNESCO no Brasil, onde trabalha há 17 anos, sendo 10 anos na área de Comunicação. Graduada em Comunicação Social pela Uniceub, tem mestrado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional pelo Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM) da Universidade de Brasília (UnB) e Pós-Graduação em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona (Espanha).

José Rogério Lopes

Doutor em Ciências Sociais pela PUC de São Paulo.  Atualmente é Professor Titular do PPG em Ciências Sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, RS, Professor do PPG em Desenvolvimento Regional da Universidade Federal do Tocantins e Coordenador do LaPCAB-Laboratório de Políticas Culturais e Ambientais no Brasil.

Rodrigo Nunes

Doutor em Geografia pela UFMG e pesquisador na área de indicadores de desenvolvimento e bem-estar social para municípios, atua como Gerente de Indicadores na Prefeitura de Belo Horizonte.

Rosimeri Carvalho da Silva

Doutora em Administração pela HEC-Paris. Professora titular da Escola de Administração da Universidade  Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisadora do Núcleo de Estudos Marcelo Milano Falcão Vieira e Observatório da Realidade Organizacional-SC.
(Foto: Acervo Pessoal)

Data

23/11/2020 a 25/11/2020

Dias e Horários

Segunda a Quarta, 19h às 21h

Curso 100% online

Inscrições a partir das 14h do dia 28/10

Local

Em Casa

Inscrições

Grátis Inscreva-se agora

Veja quem são os candidatos famosos que não foram eleitos em 2020

Kid Bengala, Chiquinho Scarpa, Wellington Camargo e Neném estão entre os famosos que não foram eleitos em 2020

Diversos artistas e nomes conhecidos do público disputaram as eleições municipais em 2020. Destacou-se o nome de Thammy Miranda, filho de Gretchen, 9º mais votado e eleito vereador na cidade de São Paulo. Na maioria dos casos, porém, os famosos não foram eleitos, especialmente na disputa à Câmara Municipal da capital paulista.

Do mundo musical, Neném (PROS), da dupla com Pepê, obteve apenas 827 votos. Celinho (PTB), do grupo Fat Family, 919. Wellington Camargo (Republicanos) aproveitou o apoio dos irmãos, Zezé Di Camargo e Luciano, durante a campanha, mas obteve 7.364 votos e não foi eleito.

Populares na televisão, Mionzinho (Novo) ficou com 2.171 votos. O Dr. Bactéria (PSD), do Fantástico e da Record, 3.569. O humorista Bananinha (MDB), do Comando Maluco, teve 922, e Renata Banhara (Republicanos), ex-Banheira do Gugu, recebeu 3.415.

Nelson Bertolino (MDB), que popularizou a expressão “Pedala, Robinho”, no Pânico, contou com o apoio de 213 eleitores nas urnas. O folclórico Toninho do Diabo (SD), 122. O cantor Nahim (PMN), que desistiu das eleições após seu nome ter sido programado nas urnas, ficou com nove.

O conde Chiquinho Scarpa (PSD), famoso socialite paulistano, atingiu a marca de 1.177 votos. Já Kid Bengala (PTB), ator de filmes eróticos, conquistou o apoio de 956 eleitores.

Em outras cidades, muitos famosos também não se deram bem. Dr. Rey (Podemos), do reality Dr. Hollywood, obteve 517 votos e não foi eleito vereador em Vargem Grande Paulista. Em São Bernardo do Campo, Fernanda Lacerda, a Mendigata (PSDB), contou com apenas 143.

Em Sorriso, no interior do Mato Grosso, Marcos Harter (SD), expulso do Big Brother Brasil em 2017 acusado de agredir sua então namorada na casa, Emilly Araújo, concorreu com o nome “Dr. Marcos do BBB nas urnas e conquistou 497 votos.

Valéria Monteiro (Rede), ex-apresentadora do Jornal Nacional e do Fantástico, que já chegou a declarar intenção de concorrer à presidência, foi candidata a vice-prefeita de Campinas na chapa de André Von Zuben (Cidadania), na 10ª colocação, com apenas 1,41% dos votos (6.667).

No Rio de Janeiro, Jorge Sousa, ex-participante de A Fazenda e ganhador do reality show Power Couple Brasil ao lado de Laura Keller, concorreu como Jorginho Original (PMB) e chegou aos 2.056 votos.

via portal Terra