Curta-metragem cearense “Eis-me Aqui” tem estreia online

Produção da D1 Realizações e Sinfrônio Produções, o curta-metragem cearense “Eis-me Aqui” foi lançado na última quinta-feira (16) na web. Com roteiro e direção assinados por Jotapê Lima e produção de Danilo Carvalho, o curta idealizado durante o pico da pandemia do Novo Coronavírus em Fortaleza, local das gravações e tem o objetivo de trazer uma mensagem de esperança, espiritualidade e otimismo em meio aos efeitos da crise sanitária que atinge o mundo.

“Eis Me Aqui” é estrelado pelo ator Hiroldo Serra, um dos principais nomes do teatro e da comédia cearense e filho do mestre Haroldo Serra (in memorian). No curta, ele protagoniza a história de um homem que perde o emprego e descobre que está infectado pela covid-19 e procura respostas sobre esses problemas na sua crença religiosa.

O curta também foi selecionado no Festival Internacional “Lift Off Global  Network”, de Pinewood Studios de Los Angeles (EUA), considerada uma das principais vitrines globais para cineastas. A obra está disponível plataforma Vimeo On  Demand disponível para compra e aluguel por preços de US$ 3 e US$ 1, respectivamente (valores em moeda estrangeira que são convertidas na moeda local na fatura do cartão), podendo ser acessada através do link: https://vimeo.com/ondemand/eismeaqui

Sinopse:

Durante a quarentena, Benjamin descobre que está com coronavírus. Ele então passa a cobrar de Deus explicações para tantos eventos negativos em sua vida e acaba recebendo uma visita inesperada que pode mudar o rumo de todas as coisas.

Serviço

“Curta-metragem Eis Me Aqui”

Link: https://vimeo.com/ondemand/eismeaqui

Gêneros: Drama, Short Films

Duração: 15 minutos

Legendas: 3 idiomas

via blogtudodenovo

Netflix cancela série após Turquia não permitir personagem LGBTQ+ na história

Özge Özpirincci, atriz que viveria a protagonista de "If Only", série com personagem LGBTQ+.Netflix cancelou a produção do drama turco If Only às vésperas das filmagens. Segundo Ece Yorenc, a roteirista da série, o governo turco havia solicitado uma alteração no roteiro da série, pedindo que um personagem LGBTQ+ fosse retirado da história.

“Devido a um personagem gay, a permissão para filmar a série não foi concedida e isso é muito assustador para o futuro”, disse a roteirista ao site turco Altyazi Fasikul.

A escritora afirmou que não havia cenas de sexo gay ou contato físico entre o personagem LGBTQ+ com outros personagens, mas ainda assim a série foi vítima de boicote. A Netflix não quis se curvar às exigências governamentais e decidiu cancelar o programa.

O vice-presidente do partido no poder da Turquia, Mahir Unal, publicou na segunda-feira no Twitter uma mensagem dizendo acreditar que a Netflix “mostraria maior sensibilidade à cultura e à arte turcas com uma cooperação mais profunda no futuro”.

“If Only” foi anunciada em março e seria protagonizada pela atriz Özge Özpirincci. A série seguiria a história de Reyhan, uma infeliz mãe casada de dois gêmeos, que de repente é transportada de volta 30 anos para a noite em que seu marido a engravidou.

Pandemia de 1918 é tema de exposição fotográfica virtual

Além de fotografias, a exposição traz ainda cartas de enfermeiras, telegramas, cartões-postais, diretivas, relatórios médicos e outros documentos.

A pandemia do novo coronavírus renovou o interesse social por outras pandemias e crises de saúde pública. Antes da COVID-19, a maior ameaça epidemiológica enfrentada pela humanidade foi causada pelo vírus da influenza de 1918 (H1N1), causador da “gripe espanhola”.

A situação foi realmente grave. Em uma época em que a infectologia ainda engatinhava e as condições de higiene nas grandes cidades eram bem mais precárias do que as de hoje, o vírus infectou cerca de 500 milhões de pessoas (um terço da população mundial) e pode ter causado até 100 milhões de mortes em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, um quarto da população contraiu o vírus, 675.000 morreram e a expectativa de vida no país caiu 12 anos. Sem vacina, as pessoas eram instadas a se isolar, praticar boa higiene pessoal e limitar a interação social, recomendações muito parecidas com as que são propagadas hoje pelas autoridades sanitárias e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que não existia em 1918.

A fim de tornar essa historia mais conhecida, o Arquivo Nacional dos Estados Unidos preparou uma exposição fotográfica virtual inédita. Ela conta como a doença se proliferou nos Estados Unidos, mudando paisagens e comportamentos. Registros de 100 anos atrás, que há apenas alguns meses pareciam pitorescas, distantes e datadas, agora parecem estranhamente familiares.

“Tornamos esses registros mais amplamente disponíveis, na esperança de que eles contenham lições sobre o que esperar nos próximos meses e idéias sobre maneiras de evitar uma repetição e se preparar para o que se segue”, disse o NARA em sua página oficial.

Além de fotografias, a exposição traz ainda diversos documentos, como cartas de enfermeiras, telegramas, cartões-postais, diretivas, relatórios médicos e outros registros que nos ajudam a ter uma melhor dimensão dos impactos da doença nos Estados Unidos.

via Café História