Curso de Música da UFC Sobral realiza live com o tema ‘Encontros Musicais’

Nessa sexta (17) terá live na página da Música UFC Sobral. Esse será o tema da live Encontros Musicais, com as musicistas Flávia Coelho e Eveline Ximenes, de Sobral/Ceará, com a mediação do professor Wenderson Oliveira. Organizada pelos estudantes das disciplinas Oficina de Música (I e II) e Prática de Conjunto (I e II), esse encontro tem como objetivo discutir aspectos da formação musical, mostrando como produzir e organizar eventos diversos musicais, como casamentos, aniversários, festas, cerimoniais, dentre outros. A live será sexta-feira (17/04/2020), no perfil do Curso de Música no Instagram (@musicaufcsobral) às 19h. Esperamos vocês!

Banda de Música de Sobral e Corpo de Bombeiros realizam ação de conscientização sobre Covid-19 em Sobral

Em Sobral, o Corpo de Bombeiros e a Banda da Escola de Música surpreenderam a população na noite desta segunda-feira. As duas instituições juntas estão levando música aos moradores da cidade. Essa ação conjunta deve ainda, percorrer diversos bairros de Sobral.

O secretário de Juventude, Cultura, Esporte e Lazer, Eugênio Parcelli, fala um pouco sobre a ação. “Está parceria com o corpo de bombeiros foi uma forma de incentivar a população a continuar seguindo a quarentena, mantendo o isolamento social, mas também é uma maneira de levar serenidade aos sobralenses nesse momento. Temos trabalhando também com auxílio das redes sociais, com o apoio dos artistas que através de lives estão alegrando o público que está em casa. Precisamos preservar o que temos de mais importante: a vida da nossa gente.’’

A melodia atraiu a atenção dos moradores do bairro Renato Parente, que foram presenteados ao som de boas músicas, além disso, os bombeiros que ajudaram na ação, também foram surpreendidos com crianças, que saíram até a calçada com fantasias de bombeiros.

Se Liga Juventude acontecerá virtualmente nesta sexta-feira (17/04)

O projeto Se Liga Juventude acontecerá, nesta sexta-feira (17/04), de forma virtual. A primeira edição neste formato será exibida no Instagram da Secretaria da Cultura, Juventude, Esporte e Lazer (Secjel), a partir das 16 horas.

O momento contará com a presença da psicóloga Alexsandra Silva, que vai discutir o tema “Quais nossos desafios nestes tempos de corona?”, com a mediação da coordenadora de Juventude da Secjel, Leide Nascimento.

Os participantes poderão tirar dúvidas sobre como manter a saúde mental neste momento de pandemia e isolamento social.

Secult lança a Etapa II de Estudo sobre o impacto da Pandemia da Covid-19 na economia da cultura Cearense

A Secretaria da Cultura do Estado do Ceará lança, nesta quarta-feira, 15/4, a segunda fase da estudo de impacto da pandemia de Covid-19 na economia da cultura cearense, dirigida a gestores de órgãos, instituições e equipamentos culturais. Confira aqui o segundo questionário. Essa etapa tem como objetivo complementar os dados coletados junto aos fazedores de cultura independentes. Para o mapeamento desta etapa devem participar gestores de equipamentos e espaços culturais do setor público e do setor privado que tiveram suas atividades impactadas pela pandemia de Covid-19.

“Nesta fase, o alcance das perguntas é mais extenso, o que nos permitirá acesso a dados que não poderíamos solicitar diretamente dos produtores independentes. Reforçamos, oportunamente, que as informações das duas etapas são complementares, motivo pelo qual optamos por deixar a primeira fase aberta para termos o máximo de informações possíveis”, ressaltou a coordenadora de Economia da Cultura de Secult, Laízi Fracalossi. Os dois formulários permanecerão disponíveis para preenchimento até o dia 22 de abril de 2020. O resultado final deverá ser divulgado no fim do mês de abril. Confira primeiro questionário.

O estudo sobre o impacto da Pandemia da Covid-19 na economia da cultura cearense tem por objetivo buscar dimensionar as consequências das medidas adotadas para enfrentamento do Coronavírus no campo cultural e propor medidas para o setor com eficácia e precisão. Na primeira fase do Estudo, foram levantados dados e informações com a aplicação de formulários online destinados a produtores culturais, artistas, técnicos e demais profissionais envolvidos com a arte e cultura no Estado. Confira aqui o primeiro questionário do Estudo, destinado a profissionais da cultura.

Em linhas gerais, o mapeamento contempla na 1a Fase o setor privado com artistas, produtores, técnicos, empreendedores culturais, entre outros. Já na segunda será mais voltada ao setor público, para colher informações de gestores dos equipamentos culturais e de secretarias de cultura de municípios cearenses.
“É necessário ouvir os setores público e privado para fazer um ‘confrontamento’ de informações. Há dados que só conseguimos ouvindo cada um dos lados, e precisamos comparar todos os elementos. Este primeiro formulário do setor privado continuará disponível online por uma semana, até o dia 22 de abril. É importante que as pessoas participem. Quanto mais respostas tivermos, mais temos chances de termos um retrato fiel do impacto dessa pandemia no setor cultural para buscar soluções que atendam de forma mais fidedigna as demandas do setor”, destaca a coordenadora da Secult.

“Essa pesquisa também é uma resposta à população. Teremos o número e perfil de profissionais e de famílias impactadas economicamente no campo da cultura, para qualificar melhor nossas ações e ajudar a construir decisões e novos rumos que devemos tomar. Teremos mais certeza sobre o caminho que devemos seguir”, ressalta também a gestora.

:: SERVIÇO:

Questionário 1

Questionário 2 

O que o profissional em home office não deve fazer

Coronavírus: mais de 130 empresas de tecnologia adotam trabalho ...Num momento em que a tecnologia permite que muitos setores consigam realizar suas tarefas à distância, sem prejuízo da qualidade, fica evidente o quanto essa transição acelerada, ainda deixa gargalos e levanta dúvidas sobre como agir diante da aparente liberdade que o trabalho remoto proporciona.

É neste contexto que a Luandre, consultoria com 50 anos de história, lista algumas situações que podem gerar dúvidas para os colaboradores.

Uso do computador da empresa por filhos
No momento em que os filhos deixam de frequentar as aulas regulares, muitos pais se veem com a tarefa de proporcionar atividades a eles e isso pode incluir oferecer o computador para que vejam filmes e se distraiam ou ainda para que tenham aulas online. Para Luciana Santos, coordenadora de Seleção da Luandre “muitos se esquecem que as empresas têm acesso às atividades realizadas em seus computadores, cedidos para o trabalho remoto, e algumas podem vir a estudar soluções junto ao RH ou ao jurídico para informar o colaborador sobre este monitoramento ou até mesmo criar advertências, até pelo cuidado do equipamento que é patrimônio da empresa e há valor agregado”. Por isso, ela aconselha os pais com filhos em casa que forneçam outras atividades ou outro dispositivo a fim de evitar qualquer conflito.

Trabalhar de pijama
Sem a necessidade de trabalhar fora, seguir com as atividades corporativas vestindo pijama ou roupas mais informais, parece tentador. Mas não se preocupar com a etiqueta corporativa pode gerar uma interpretação equivocada ao se expor em videochamadas com colegas, superiores ou clientes. “Todos sabem que o trabalho está sendo realizado de casa, mas demonstrar descuido pode passar a percepção de preguiça, desânimo ou até mesmo descaso, em reuniões, à distância”, diz Luciana, que acrescenta que também é importante ficar atento ao ambiente que será mostrado na câmera, o ideal é apresentar um “cenário” organizado e ter cuidado com os barulhos, na medida do possível.

Outras atividades em horário de trabalho
Um dos grandes desafios do home office é a disciplina. Muitos se sentem desmotivados por estarem sozinhos e procuram formas de distração, como filmes ou redes sociais. Larissa Gonçalves, coordenador de seleção da Luandre alerta que isso pode colocar até mesmo o emprego em risco, uma vez que o profissional torna-se improdutivo. “Mesmo que o colaborador não use o computador da empresa que pode monitorar o login e o logout, por exemplo, o dia a dia vai demonstrar que as entregas não foram realizadas”.

Ela também aconselha a fazer o trabalho no horário normal de expediente, tanto para manter a troca com a equipe da forma habitual, quanto pela saúde do próprio profissional: “postergar atividades e se ver obrigado a trabalhar de madrugada só vai adicionar ansiedade à rotina que já está alterada”.

Falta de estrutura
Estar em home office é um novo modelo adotado por muitas empresas durante a quarentena porque os funcionários podem realizar as mesmas tarefas com o uso do computador, telefone e dispositivos que a grande maioria já possui hoje. “Mas, e se eu não tiver?”, alguns podem se questionar. Neste caso, segundo Larissa Gonçalves da Luandre, é necessário comunicar os superiores diretos para identificar qual solução pode ser adotada para sanar a falta de um computador ou de uma rede de internet adequada.

Desorganização
“Trabalhar de casa não significa não ter planejamento”, explica Larissa. Ela pontua que claramente há vantagens, como não ter de pegar trânsito para ida e para a saída, o que otimiza o tempo do colaborador, mas isto não quer dizer que o cotidiano não tenha de ter uma agenda porque os compromissos têm de continuar a ser cumpridos.

Além da organização do tempo, a organização dos documentos também é algo a que vale se atentar para facilitar a vida de todos os envolvidos. Assim, é importante conferir, ao final do dia, se os novos materiais estão disponíveis na nuvem ou sistema utilizado por sua empresa para os demais colegas.

Conflito entre vida pessoal e profissional
Cachorro latindo, filhos chamando, vizinhos gritando, são algumas situações que não só desconcentram o profissional, mas também podem ser mal vistas durante uma call ou videoconferência. “Claro que há situações que são inevitáveis no home office, como uma reforma do vizinho de cima, que é algo que no período de quarentena não deve ser comum”, diz Luciana Santos. Ela chama atenção, no entanto, para todas as outras situações caseiras que vão contra a etiqueta corporativa e que podem ser evitadas.

Ficar incomunicável
Uma vez que a presença física não é possível, neste momento, ficar incomunicável sem uma boa razão é uma das atitudes mais antiprofissionais que se pode ter. “O colaborador pode ter sua hora de almoço e algumas pausas durante o dia, como acontece no ambiente de trabalho, mas passar muitas horas sem responder a e-mails ou WhatsApp é prejudicial a ele e à equipe”.

Há estudos que demonstram que o home office deve se tornar uma prática mais habitual, após a estabilização do surto de coronavírus. A FGV, por exemplo, aponta que deve crescer 30%. A Luandre explica que para os processos seletivos ainda será importante a entrevista individual presencial, bem como as dinâmicas, mas acredita que muitas empresas vão se adaptar ao novo modelo, mesmo que não seja um home office integral, mas para alguns dias da semana.