Depois de um bom tempo, nós do Coletivo VRRA resolvemos retomar nossas atividades, um sonho. Sabemos que atual conjuntura política não é favorável a nossa existência, mas seremos resistência.
E é com muita alegria e disposição que convidamos vocês para um piquenique/ roda de conversa de apresentação do coletivo. Uma conversa também em alusão ao dia 29 de janeiro que é o dia da visibilidade trans. Em seguida vamos jogar a nossa velha e boa Gaymada. Vamo colar?
Levem seus paninhos coloridinhos, levem comidinhas para fazermos um lanche compartilhado e vamos fazer o auê acontecer.
A cantora baiana Daniela Mercury lançou nesta quinta-feira (24) a música Proibido o carnaval, uma composição própria gravada em parceria com seu conterrâneo Caetano Veloso para o carnaval de 2019.
A faixa estava originalmente programada para ser lançada na sexta-feira, 25, mas a cantora surpreendeu seus seguidores adiantando o lançamento em 24 horas. Proibido o carnaval já está disponível nas principais plataformas de streaming musical e no YouTube, onde a artista divulgou um clipe com os bastidores da gravação do single com Caetano.
Em suas redes sociais, Daniela Mercury relatou que, enquanto compunha a canção, só vinha à sua mente Caetano cantando com ela. Por meio de uma postagem, ela agradeceu a participação do músico.
Com letra provocativa, Proibido o carnaval faz alusão a eventos recentes no cenário político nacional, como o verso “Vai de rosa ou vai de azul?”, que se repete duas vezes e remete a uma recente fala da atual ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. A declaração da ministra, que afirmou que o Brasil estaria em uma nova era na qual “menina veste rosa e menina veste azul” foi dita em um vídeo que repercutiu nas redes sociais no início do ano.
Politizada, a letra também se refere à censura por quatro vezes ao longo da música: “Abra a porta desse armário / que não tem censura pra me segurar”. O refrão da música também faz essa referência ao repetir que “Tá proibido o carnaval / Neste país tropical”.
A faixa não é o primeiro lançamento de Daniela Mercury em 2019. A faixa sucede o single Pantera Negra Deusa, que a cantora havia publicado ainda em janeiro.
Proibido o carnaval também não foi a estreia de Caetano Veloso este ano. Na semana anterior, a cantora carioca Iza já havia lançado uma música, intitulada Divino Maravilhoso, em parceria com Caetano.
A produtora brasileira Casablanca, responsável por novelas, minisséries e realities da Record, se prepara para investir em uma série internacional que será estrelada por Clara Alvarado, atriz espanhola e conhecida pelo trabalho como Ariadna em “La Casa de Papel”, da Netflix, além de outros tantos no teatro e cinema.
O projeto em questão é uma produção do gênero ficção científica e leva o título provisório de “2050”. A novidade pôde ser conhecida na Natpe, em Miami, encerrada na última quinta-feira, e será desenvolvida em parceria com grupos de outros países. Logo após a televisão ou streaming, “2050” também deverá ganhar formato de jogos em 3D.
As séries vêm ganhando cada vez mais importância e espaço nas mais diversas plataformas, TV paga, TV aberta, streaming, e isso chamou atenção da Casablanca. Trata-se de um mercado que não para de crescer em função da grande aceitação do público. A produtora, já conhecida lá fora pelas realizações de “Os Dez Mandamentos”, “Jesus”, entre outras, deseja se fortalecer ainda mais neste mercado.