Desde o sucesso da série cinematográfica Jurassic Park, todo mundo sabe que insetos da era dos dinossauros podem ser encontrados muito bem conservados em âmbar, material que parece pedra preciosa, mas, na verdade, é resina de árvores fossilizada. Especialmente diversa é a fauna animal do cretáceo da Birmânia, na Ásia continental. Nos últimos anos, o âmbar de quase 100 milhões de anos trouxe à luz algumas peças espetaculares, incluindo penas de dinossauro, uma cauda completa desse animal, grupos desconhecidos de aranhas e vários tipos de insetos extintos.
No entanto, até hoje, cientistas haviam descoberto apenas três espécies de milípedes – um dos mais antigos seres a habitar o Planeta – preservados no âmbar birmanês. Agora, porém, uma equipe do Instituto Leibniz de Biodiversidade Animal (ZFMK, sigla em Alemão) anunciou, no jornal de acesso livre Check List, a identificação de mais de 450 tipos do artrópode conservado em resina. Graças ao grande número de espécimes, os pesquisadores encontraram espécies que representam 13 das 16 ordens taxonômicas que ainda hoje existem na Terra. Os fósseis mais antigos que se têm notícia de metade dessas ordens foram encontrados dentro do âmbar estudado.
via Correio Braziliense
Fim do ano é tempo de celebrar com amigos, colegas de trabalho e familiares. Porém, enquanto para a maioria das pessoas a proximidade do Natal e do réveillon só inspira animação e felicidade, muitas outras se sentem mais sozinhas e deprimidas no último mês do ano. A solidão é fator de risco para doenças físicas e mentais e diversos estudos comprovam que o sentimento, quando crônico, é capaz de encurtar a expectativa de vida. A boa notícia é que há estratégias capazes de oferecer proteção. Segundo pesquisas científicas, estratégias como frequentar igrejas, cuidar de um animalzinho e manter a mente ativa funcionam como um escudo contra a sensação de estar só.