XVI Semana de Filosofia da UVA acontece de 27 a 30/11

A imagem pode conter: textoO Centro Acadêmico de Filosofia Jefferson Alves de Aquino (CAFJAA – UVA), estará realizando no dia 27 a 30 de novembro de 2018 a XVI SEMANA DE FILOSOFIA DA UVA, com o tema “ESTÉTICA: O CRIAR E O FILOSOFAR”.

Datas: 27 a 30 de novembro de 2018
Local: Campus Betânia UVA

Inscrições: 
Até o dia 13 de novembro R$25,00 (vinte e cinco reais), *com blusa*
Do dia 14 ao dia 27 e novembro R$20,00 (vinte reais), *sem blusa*

Movimento feminista italiano homenageia Maria Schneider

Maria Schneider tinha 19 anos quando estrelou o controverso longa 'Último Tango em Paris'. O movimento feminista italiano “Non una di meno” (“Nem uma a menos”) usou seu perfil no Twitter para homenagear a atriz francesa Maria Schneider (1952-2011), protagonista de “O Último Tango em Paris”, filme mais conhecido do cineasta Bernardo Bertolucci, morto nesta segunda-feira (26), aos 77 anos.

No longa, o astro Marlon Brando usa um pacote de manteiga para estuprar a personagem vivida por Schneider, então com 19 anos. Em entrevista concedida em 2013, Bertolucci admitiu que o detalhe da manteiga havia sido combinado com Brando apenas na manhã do dia da gravação e que a atriz não sabia.

“Cumplicidade entre machos, opressão física e psicológica, abuso de poder… A história da cena de ‘Último Tango em Paris’ é a de um estupro. Hoje lembramos Maria Schneider, que ficou marcada para sempre por aquela violência”, diz um post do movimento feminista, que anexou a entrevista do cineasta.

Mais recentemente, Bertolucci explicou que queria obter uma “reação espontânea” de Schneider ao uso da manteiga. Depois de “O Último Tango em Paris”, a francesa não filmou mais nenhuma cena de nudez e sofreu com o vício em drogas e a depressão. Em 2007, quatro anos antes de morrer, ela confessou ter se sentido “humilhada e violentada” por Bertolucci e Brando.

No vídeo de 2013, o cineasta diz que queria a reação de Schneider como “mulher” e que ela se sentisse “humilhada”, acrescentando que foi “horrível” não ter explicado a cena para a atriz, mas sem admitir qualquer arrependimento.

“O Último Tango em Paris”, de 1972, é o filme mais polêmico de Bertolucci e chegou a ser recusado pela produtora Paramount e pelos atores Dominique Sanda, Jean-Louis Trintignant, Alain Delon e Jean-Paul Belmondo por sua alta carga erótica.

Sucesso de público, o longa também causou escândalo e foi censurado na Itália entre 1976 e 1987, quando voltou aos cinemas com salas lotadas.

via Jornal do Brasil

Seis obras do Nordeste estão entre as classificadas para o Prêmio de Incentivo à Publicação Literária

independencia-200-headerFoi divulgada nesta segunda-feira (26/11), no Diário Oficial da União, o resultado da fase de seleção do edital de seleção pública nº 3, de 5 de julho de 2018, o Prêmio de Incentivo à Publicação Literária, 200 Anos de Independência – 2018. Na lista publicada constam 25 obras classificadas e 32 desclassificadas. Confira a íntegra aqui.

O edital tem como objetivo selecionar e premiar obras literárias inéditas em português do Brasil que abordem de forma livre a temática do Bicentenário da Independência do Brasil. As 25 obras contempladas receberão R$ 40 mil. Dúvidas podem ser esclarecidas em pelo email premioliterario200anos@cultura.gov.br.

via mincnordeste

STF pode acabar com punição para usuários de maconha

O plenário do Supremo Tribunal Federal deve voltar a discutir a liberação do porte de drogas para as pessoas que se declararem usuárias

O tema começou a ser julgado pelos ministros da Corte em 2015. Até então, três magistrados haviam votado contra o artigo 28 da Lei de Drogas, que pune as pessoas que compram, portam ou transportam entorpecentes para consumo próprio.

Os ministros Gilmar Mendes, Luiz Edson Fachin e Luís Roberto Barroso votaram pela inconstitucionalidade da Lei e sugeriram que os portadores de drogas para consumo fossem punidos apenas de forma alternativa e administrativa, afastando, assim, punições penais para quem violar a norma. No entanto, Fachin e Barroso limitaram a aplicação das punições alternativas apenas para os portadores de maconha.

No decorrer do julgamento, o ministro Teori Zavascki pediu vistas do processo. Ele foi vítima de um acidente aéreo em janeiro de 2017 e, após a sua morte, o processo foi encaminhado para o substituto, ministro Alexandre de Moraes, que estudou o assunto por mais de um ano e meio.

Na última semana, Alexandre de Moraes liberou o processo para voltar ao plenário do STF. O prosseguimento do julgamento, que pode diminuir as punições para quem porta drogas para consumo, deve ser em 2019, já que a pauta de julgamento da Corte, para esse ano, já está fechada. A extinção das punições penais para usuários de drogas precisa de mais três votos favoráveis, dos oito ministros que ainda não votaram no processo, antes de passar a valer.