Síndrome de Capgras, o estranho mal que faz pacientes pensarem que pais e cônjuges são sósias impostores

1032148412-afa87828942dc07b1e76024dc612a9c4.jpgEm 1995, o casal galês Alan e Christine Davies sofreu um acidente de carro. Após o trauma, ele se convenceu, por uma série de flashbacks e reminiscências, que sua esposa, de 31 anos, tinha morrido. Mas ela tinha sofrido apenas uma lesão na coluna cervical. Alan estava certo de que a mulher que estava a seu lado era uma sósia, que estava se passando por Christine. E passou a demonstrar pouca afeição pela “impostora”.

A síndrome de Capgras é um transtorno raro que faz com que um paciente se convença de que parentes próximos – geralmente pais, cônjuges, irmãos ou filhos – são impostores.

Não há consenso sobre a origem do distúrbio. Mas acredita-se que possa ser causado por danos na conexão entre as áreas do cérebro responsáveis pelo reconhecimento facial e sua resposta emocional.

Quem apresenta a condição é capaz de reconhecer o rosto dos entes queridos, mas não sente a reação emocional que normalmente estaria associada à experiência de estar perto deles.

É um distúrbio difícil de diagnosticar e que pode ser desencadeado por um traumatismo cerebral ou cranioencefálico, doenças psiquiátricas ou abuso de drogas.

Há pacientes que reconhecem o membro da família ao conversar pelo telefone, mas, quando ficam cara a cara com ele, acham que é um impostor.

Outras pessoas se convencem até mesmo que seus animais de estimação foram trocados por sósias.

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via BBB Brasil

Incêndio de grandes proporções destrói o Museu Nacional, no Rio de Janeiro

Resultado de imagem para Museu Nacional, no Rio de JaneiroUm incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.

O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (2) e foi controlado no fim da madrugada desta segunda-feira (3). Mas pequenos focos de fogo seguiam queimando partes das instalações da instituição que completou 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e dois imperadores.

A maior parte do acervo, de cerca de 20 milhões de itens, foi totalmente destruída. Fósseis, múmias, registros históricos e obras de arte viraram cinzas. Pedaços de documentos queimados foram parar em vários bairros da cidade.

Segundo a assessoria de imprensa do museu e o Corpo de Bombeiros, não há feridos. Apenas quatro vigilantes estavam no local, mas eles conseguiram sair a tempo.

As causas do fogo, que começou após o fechamento para a visitantes, serão investigadas. A Polícia Civil abriu inquérito e repassará o caso para que seja conduzido pela Delegacia de Repressão a Crimes de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, da Polícia Federal, que irá apurar se o incêndio foi criminoso ou não.

via G1.com

Programação até 05/09 do Cine Renato Aragão

ESTREIA (Sobral): “O Candidato Honesto 2” Após cumprir quatro dos quatrocentos anos de cadeia, João Ernesto (Leandro Hassum) é convencido a se candidatar à presidência novamente. Adorado pelo povo por ser um político que assumiu seus erros, ele vence as eleições, mas não tem vida fácil em Brasília acompanhado excessivamente de perto pelo sinistro vice Ivan Pires (Cassio Pandolfh).

ESTREIA: “O Protetor 2” – Massachusetts, Estados Unidos. Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime.

Banda de rock formada por jovens autistas faz sucesso no DF

banda-750x405Com boa música e irreverência como manda o bom rock’in roll, a banda está quebrando paradigmas

Sete jovens com personalidades completamente diferentes e com Transtorno do Espectro Autista formam a banda Timeout Rock Band. A banda nasceu em 2017, criada por um grupo de psicólogos de Brasília, dentro do Instituto Ninar. O objetivo era oferecer aos meninos uma alternativa de complemento às terapias comuns, para ajudar os músicos a criar vínculos. Paolo Rietveld, 28 anos, é um dos idealizadores do projeto. Ele observou que alguns de seus pacientes tinham afinidades com a música e decidiu, então, criar a banda. O objetivo era mostrar que, apesar do transtorno, eles fazem parte da sociedade e também são capazes de fazer música de qualidade. A banda interpreta músicas autorais e clássicos do rock: Pink Floyd, Legião Urbana, Oasis, Mamonas Assassinas, AC/DC, Capital Inicial e outras.

A expressão Timeout, para os psicólogos, quer dizer um tempo fora. No conceito da banda significa um tempo fora das bolha que a sociedade nos coloca e ser quem realmente se é. “A gente até brinca que é a banda mais rock’in roll da atualidade, porque ela é transgressora no sentido de ultrapassar as fronteiras impostas pela sociedade. Os meninos realmente se desafiam e, ao mesmo tempo, fazem o que querem no palco”, aponta Paolo.

O grupo traz a marca da inclusão social. Além de melhorar o envolvimento dos meninos com a sociedade, cuidados e adaptações, como a distribuição de protetores auriculares, cardápios pictográficos (para quem não sabem ler) e cartilhas que destacam como lidar com os diferentes transtornos criam uma relação mais próxima com outros indivíduos.

“A gente quer que as pessoas vá ao show por causa das músicas, não pelo autismo. Para isso, eles ensaiam muito e trabalham duro”, destaca Rietveld. Segundo ele, a banda não tem apenas objetivos terapêuticos, mas também pretende quebrar o paradigma de que autista não pode fazer coisas comuns ou, quando fazem, são infantilizados ou subestimados.

A grande apresentação da Timeout foi no maior evento de motos da América Latina: o Brasília Capital Moto Week, em julho, apesar do nervosismo de uma apresentação para um grande público, a Timeout arrasou e o conquistou o público.

Via superabronline

Setembro amarelo: a cada 45 minutos, um brasileiro morre vítima do suicídio

Resultado de imagem para Setembro amarelo: a cada 45 minutos, um brasileiro morre vítima do suicídioOs números são estarrecedores. A cada 45 minutos um brasileiro morre vítima do suicídio. Em todo o mundo, ele mata mais que as guerras. Para reverter este quadro, foi criado o movimento mundial Setembro Amarelo, que é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.

Iniciado no Brasil pelo CVV-Centro de Valorização da Vida, Conselho Federal de Medicina – CFM e Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, o Setembro Amarelo realizou as primeiras atividades em 2015. Mundialmente, a Associação Internacional para Prevenção do Suicídio estimula a divulgação da causa, sendo 10 de setembro o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

Ex-funcionária de Aline Barros diz ter sido alvo de homofobia e pede R$ 1 milhão em indenização

Uma ex-funcionária da cantora gospel Aline Barros entrou com um processo contra a cantora gospel por homofobia. De acordo com o jornalista e colunista do jornal O Dia, Leo Dias, Rejane Silva de Magalhães, que trabalhou como backing vocal de Aline por cerca de 10 anos, declarou ter sido desligada da banda da cantora após assumir ser homossexual.

Na petição, Rejane solicita uma declaração de vínculo empregatício, já que não possuía carteira assinada. Ela ainda pediu uma idenização de R$ 1 milhão pelos danos sofridos. O andamento da ação pode ser acompanhado através do site da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro pelo processo de número 0100956-67.2017.5.01.0004.

Além disso, no início da semana, Leo Dias também noticiou que outra ex-funcionária de Aline também entrou com uma ação judicial contra a cantora. Desta vez, ela estava sendo acusada de não pagar as comissões devidas de shows e outros trabalhos realizados pela ex-assistente. O juiz do caso, Paulo Rogério dos Santos, condenou a artista a pagar R$ 200 mil a ex-funcionária.

via O POVO Online

Eduardo e Mônica: Baseado na música da Legião Urbana, filme será recheado de easter eggs

Cinco anos depois do lançamento de Faroeste Caboclo, o diretor René Sampaio volta ao “Universo Cinematográfico Legião Urbana” para transformar em filme a música “Eduardo e Mônica”. Os atores Gabriel Leone e Alice Braga dão vida ao casal que, mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente, uma vontade de se ver.

“A base [dos filmes] é o mesmo autor [Renato Russo], mas Faroeste é um filme que tem uma tragédia onde morre todo mundo no final e o Eduardo e Mônica é um filme em que as pessoas ficam casadas no final”, lembra (spoiler?) o diretor.

Os 4min30s de música tiveram que ser “expandidos” para além do futebol de botão com o avô, a festa estranha, o amigo do cursinho. “Ela tem uma relação bem específica com a mãe, que não existe na música”, Alice exemplifica. Juliana Carneiro da Cunha (Lavoura Arcaica), aliás, assume o papel, enquanto Otávio Augusto (Avenida Brasil) e Victor Lamoglia (Ana e Vitória) representam o avô e o amigo, respectivamente. Bruna Spínola vive a irmã da protagonista.

Eduardo e Mônica vai se passar em 1986, ano de lançamento do disco “Dois”, da Legião. “O Tiago Marques, que é o diretor de arte, teve o cuidado de retratar os anos 1980 com o pensamento de que ele vai ser assistido por pessoas de 2019”, ano de previsão de estreia do filme, explica a produtora Bianca de Felippes.

E, assim como foi feito em Faroeste (trata-se da mesma equipe aqui), a ordem é fugir do lugar-comum. Se não é segredo que a Mônica gostava de Bandeira e do Bauhaus, Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud, a intenção é reproduzir essas referências de forma sutil – e visual, claro.

Disso resulta que o longa será recheado de easter eggs.  “A gente vai fazer umas ações na internet para a pessoas verem mais de uma vez o filme”, adianta, espertamente, a produtora.

via adoro cinema