Em 1995, o casal galês Alan e Christine Davies sofreu um acidente de carro. Após o trauma, ele se convenceu, por uma série de flashbacks e reminiscências, que sua esposa, de 31 anos, tinha morrido. Mas ela tinha sofrido apenas uma lesão na coluna cervical. Alan estava certo de que a mulher que estava a seu lado era uma sósia, que estava se passando por Christine. E passou a demonstrar pouca afeição pela “impostora”.
A síndrome de Capgras é um transtorno raro que faz com que um paciente se convença de que parentes próximos – geralmente pais, cônjuges, irmãos ou filhos – são impostores.
Não há consenso sobre a origem do distúrbio. Mas acredita-se que possa ser causado por danos na conexão entre as áreas do cérebro responsáveis pelo reconhecimento facial e sua resposta emocional.
Quem apresenta a condição é capaz de reconhecer o rosto dos entes queridos, mas não sente a reação emocional que normalmente estaria associada à experiência de estar perto deles.
É um distúrbio difícil de diagnosticar e que pode ser desencadeado por um traumatismo cerebral ou cranioencefálico, doenças psiquiátricas ou abuso de drogas.
Há pacientes que reconhecem o membro da família ao conversar pelo telefone, mas, quando ficam cara a cara com ele, acham que é um impostor.
Outras pessoas se convencem até mesmo que seus animais de estimação foram trocados por sósias.
Um incêndio de grandes proporções 


Os números são estarrecedores.
Uma ex-funcionária da cantora gospel Aline Barros entrou com um processo contra a cantora gospel por homofobia. De acordo com o jornalista e colunista do jornal O Dia, Leo Dias, Rejane Silva de Magalhães, que trabalhou como backing vocal de Aline por cerca de 10 anos, declarou ter sido desligada da banda da cantora após assumir ser homossexual.
Cinco anos depois do lançamento de Faroeste Caboclo, o diretor René Sampaio volta ao 

