
Dia: 8 de setembro, 2018
Eles participaram de uma revolução de costumes e experimentações. Viveram os “loucos” anos 60, lutaram contra convenções, inventaram a contracultura e viram nas drogas uma oportunidade de libertação das amarras sociais. O tempo passou e os baby boomers, geração nascida no pós-guerra, envelheceram. Muitos, porém, conservam os hábitos da juventude, incluindo o uso de maconha. O consumo da substância está mais prevalente entre pessoas acima de 65 anos, segundo estudo da Faculdade de Medicina de Nova York. Também aumentou na faixa dos 50 aos 64, diz a pesquisa, publicada na revista Drug and Alcohol Dependence.
Os dados, coletados entre 2015 e 2016, indicam que 3% dos idosos relataram o uso da maconha no ano anterior. Isso representa um salto de mais de sete vezes, comparado a uma pesquisa semelhante feita com adultos dessa faixa etária em 2006 e 2007. Já na população de 50 a 64 anos, o aumento em relação ao levantamento de uma década atrás foi de mais de 100%. De acordo com Benjamin Han, professor da Divisão de Medicina Geriátrica do NYU Langone Health e um dos autores do estudo, a continuidade no consumo da maconha é um reflexo das mudanças culturais que marcaram as pessoas que foram adolescentes ou jovens nas décadas de 1960 e 1970.
via Correio Braziliense
Luiza com terços, a Bíblia e imagens de Nossa Senhora. “Vou fazer votos de pobreza, castidade, obediência e escravidão a Jesus, por Maria”. (Foto: Antonio Moreira)
A estudante Luiza Zane, de 18 anos, considerada fera na matemática, recebeu diversas mensagens de apoio à sua decisão de se tornar freira.
Luiza faz curso técnico de Estradas no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), em Vitória. Ela contou que recebeu apoio nas redes sociais e pessoalmente. Diversas pessoas disseram ter ficado emocionadas com a sua coragem em seguir a vocação religiosa.
“Eu fiquei surpresa, não esperava toda essa repercussão. Estou ainda mais confiante de que tomei a decisão certa”, disse Luiza.
Amigos da estudante, Isaque Vieira, 18, Ketllen Ott, 19, e Lívia dos Santos, 18, que estudam com ela desde o primeiro ano do curso, disseram que a decisão de Luiza é corajosa.
“É um ato de coragem em uma época em que o foco são as coisas materiais. Nós a apoiamos”, comentou Isaque.
via tribunaonline
