ESTREIA (Sobral): “O Candidato Honesto 2” –Após cumprir quatro dos quatrocentos anos de cadeia, João Ernesto (Leandro Hassum) é convencido a se candidatar à presidência novamente. Adorado pelo povo por ser um político que assumiu seus erros, ele vence as eleições, mas não tem vida fácil em Brasília acompanhado excessivamente de perto pelo sinistro vice Ivan Pires (Cassio Pandolfh).
ESTREIA:“O Protetor 2” – Massachusetts, Estados Unidos. Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime.
Com boa música e irreverência como manda o bom rock’in roll, a banda está quebrando paradigmas
Sete jovens com personalidades completamente diferentes e com Transtorno do Espectro Autista formam a banda Timeout Rock Band. A banda nasceu em 2017, criada por um grupo de psicólogos de Brasília, dentro do Instituto Ninar. O objetivo era oferecer aos meninos uma alternativa de complemento às terapias comuns, para ajudar os músicos a criar vínculos. Paolo Rietveld, 28 anos, é um dos idealizadores do projeto. Ele observou que alguns de seus pacientes tinham afinidades com a música e decidiu, então, criar a banda. O objetivo era mostrar que, apesar do transtorno, eles fazem parte da sociedade e também são capazes de fazer música de qualidade.A banda interpreta músicas autorais e clássicos do rock: Pink Floyd, Legião Urbana, Oasis, Mamonas Assassinas, AC/DC, Capital Inicial e outras.
A expressão Timeout, para os psicólogos, quer dizer um tempo fora. No conceito da banda significa um tempo fora das bolha que a sociedade nos coloca e ser quem realmente se é. “A gente até brinca que é a banda mais rock’in roll da atualidade, porque ela é transgressora no sentido de ultrapassar as fronteiras impostas pela sociedade. Os meninos realmente se desafiam e, ao mesmo tempo, fazem o que querem no palco”, aponta Paolo.
O grupo traz a marca da inclusão social.Além de melhorar o envolvimento dos meninos com a sociedade, cuidados e adaptações, como a distribuição de protetores auriculares, cardápios pictográficos (para quem não sabem ler) e cartilhas que destacam como lidar com os diferentes transtornos criam uma relação mais próxima com outros indivíduos.
“A gente quer que as pessoas vá ao show por causa das músicas, não pelo autismo. Para isso, eles ensaiam muito e trabalham duro”, destaca Rietveld. Segundo ele, a banda não tem apenas objetivos terapêuticos, mas também pretende quebrar o paradigma de que autista não pode fazer coisas comuns ou, quando fazem, são infantilizados ou subestimados.
A grande apresentação da Timeout foi no maior evento de motos da América Latina: o Brasília Capital Moto Week, em julho, apesar do nervosismo de uma apresentação para um grande público, a Timeout arrasou e o conquistou o público.
Os números são estarrecedores. A cada 45 minutos um brasileiro morre vítima do suicídio. Em todo o mundo, ele mata mais que as guerras. Para reverter este quadro, foi criado o movimento mundial Setembro Amarelo, que é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.
Iniciado no Brasil pelo CVV-Centro de Valorização da Vida, Conselho Federal de Medicina – CFM e Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, o Setembro Amarelo realizou as primeiras atividades em 2015. Mundialmente, a Associação Internacional para Prevenção do Suicídio estimula a divulgação da causa, sendo 10 de setembro o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
Uma ex-funcionária da cantora gospel Aline Barros entrou com um processo contra a cantora gospel por homofobia. De acordo com o jornalista e colunista do jornal O Dia, Leo Dias, Rejane Silva de Magalhães, que trabalhou como backing vocal de Aline por cerca de 10 anos, declarou ter sido desligada da banda da cantora após assumir ser homossexual.
Na petição, Rejane solicita uma declaração de vínculo empregatício, já que não possuía carteira assinada. Ela ainda pediu uma idenização de R$ 1 milhão pelos danos sofridos. O andamento da ação pode ser acompanhado através do site da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro pelo processo de número 0100956-67.2017.5.01.0004.
Além disso, no início da semana, Leo Dias também noticiou que outra ex-funcionária de Aline também entrou com uma ação judicial contra a cantora. Desta vez, ela estava sendo acusada de não pagar as comissões devidas de shows e outros trabalhos realizados pela ex-assistente. O juiz do caso, Paulo Rogério dos Santos, condenou a artista a pagar R$ 200 mil a ex-funcionária.