Nas últimos dias, Silvio Santos, dono do SBT, e Emílio Surita, co-proprietário da franquia “Pânico”, vêm mantendo conversas reservadas.
O dono do SBT já se mostrou interessado em ter a trupe que hoje está apenas no rádio (Jovem Pan FM), mas que já passou pela RedeTV e pela Band.
A coluna apurou que Silvio já tem até uma faixa horária na cabeça, segundo ele ideal para a atração, conhecida por seu humor politicamente incorreto: por volta das 23h aos sábados.
Um empecilho, no entanto, está dificultando qualquer acordo definitivo:o dono do SBT não abre mão de que o contrato seja no modelo de “sociedade” –o mesmo que funciona hoje para Ratinho e outros artistas da emissora.
Por esse modelo, a TV e a produção do programa dividem todos os lucros com comerciais e merchandisings, mas também todos os custos de produção.
Isso é o que não agrada ao Pânico, que trabalha com uma produção muito grande e, na visão do empresário Emílio, precisa de uma verba semanal razoável –paga pela emissora– para .bancar quadros e externas.
Emílio e Tutinha (dono da Jovem Pan e também da marca Pânico) também não querem abrir mão de algo que lhes foi muito caro em outras emissoras.
Tanto na RedeTV como na Band, eles recebiam mensalmente uma espécie de “direitos autorais” como proprietários da marca.
A Secretaria da Segurança e Cidadania (Sesec), por meio da Coordenadoria Municipal de Trânsito, inicia, nesta segunda-feira (09/07), a campanha “Sobral Trânsito Solidário”, com o objetivo de intensificar as doações de sangue no período de férias.
Entre o fim dos anos 1960 e o início da década de 1970, um movimento cultural, com ênfase na área musical, germinou no circuito universitário de Fortaleza (CE), agregando artistas e intelectuais.

Que gracinha! Foi divulgada a primeira imagem oficial de 
A Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga (AGUA) torna pública a abertura do credenciamento para a Mostra Palco Ceará, com o objetivo de comemorar a realização da 25ª edição do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga com uma programação que reúna os aspectos estéticos, artísticos, poéticos, ético-políticos de sua trajetória e que destaquem a vocação do FNT para o hibridismo, para a quebra de “fronteiras” entre linguagens e para o diálogo intercultural e plural.
O cantor e compositor