Durante 22 anos, pesquisadores da Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanharam os passos de um homem à distância: para não interferirem em suas particularidades sociais e culturais, os funcionários não trocaram uma palavra sequer com aquele que seria apelidado como o “índio do buraco”.
Sua história é um retrato da violência histórica contra os indígenas: ao chegarem no estado de Rondônia na década de 1980, fazendeiros e seus capangas atacavam e assassinavam as populações que viviam na região e ainda se mantinham isoladas. Após um ataque contra sua tribo em 1995, o homem ficou só. Durante mais de duas décadas, percorreu as florestas e se tornou o último remanescente do povo Tanaru.
No vídeo divulgado pela Funai, é possível observar o indígena abrindo o caminho da mata com uma machadinha de metal. Ele veste adereços de palha e está parcialmente nu:
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