
Mês: abril 2018

(Foto: Tatiana Fortes/O POVO)
Afirmando-se médium, o ator Carlos Vereza interrompeu a entrevista a seguir algumas vezes para bradar ao repórter: “Você tem aura petista”. A conversa aconteceu no Cineteatro São Luiz, onde o artista carioca apresenta o espetáculo Iscariotes: A Outra Face neste domingo, às 18 horas. No monólogo, o ator conta outra versão sobre o apóstolo Judas, associado historicamente à traição. Ex-membro do Partido Comunista, Vereza se posiciona à direita e é ferrenho apoiador do presidente Michel Temer (PMDB).
No final da conversa o ator finalizou com um ” vai se fuder” Confira a entrevista completa AQUI.
Fonte: O Povo online

Cidade do Vaticano, 15 (AE) – O papa Francisco afirmou ter ficado “profundamente perturbado” pelo fracasso da comunidade internacional em elaborar uma resposta comum às crise na Síria e em outras partes do mundo. O pontífice disse, após sua tradicional bênção de domingo, que “apesar dos instrumentos disponíveis para a comunidade internacional, é difícil concordar com uma ação comum para a paz na Síria ou em outras regiões do mundo”.
O líder da Igreja Católica pediu a união de “todas as pessoas de boa-vontade” nas orações pela paz. Além disso, apelou às lideranças políticas para ajudar “a justiça a prevalecer”.
O papa falou após ataques aéreos de Estados Unidos, França e Reino Unido contra locais da Síria usados para a fabricação de armas químicas. Essa ação foi uma represália após um suposto ataque químico em um subúrbio de Damasco que deixou dezenas de mortos, entre eles crianças.
Fonte: Associated Press | Agência Estado

Indiana Jones será Indiana Joan. Sim, uma mulher deverá ser o próximo Indiana na telona, garante o diretor da saga, Steven Spielberg.
O dono de sucessos de bilheteira como E.T., Tubarão, Jurassic Park e O Resgate do Soldado Ryan e produtor de mais de 80 filmes declarou que agora é o momento do personagem ser interpretado por uma mulher.
Spielberg defende há anos que atores e atrizes devem receber salários iguais.
via sonoticiaboa

Ainda sem resposta para a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, manifestantes fizeram um ato no amanhecer de ontem no Largo do Machado, na zona sul do Rio, para marcar um mês do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Manifestações também aconteceram em outras cidades.
O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), presente ao ato, disse que o assassinato é um dos crimes mais complexos do Rio. Para ele, o “Amanhecer por Marielle” é a forma de responder à violência mostrando que a luta da vereadora cresceu após o crime. “Nossa resposta é a do afeto. Queremos justiça e não vingança”, completou.
O vereador Tarcísio Mota (PSOL) ressaltou que o assassinato deu visibilidade às causas da vereadora, que atuava no campo dos direitos humanos e foi a quinta mais votada nas últimas eleições no Rio.
Na capital paulista, um ato foi realizado no fim da tarde de ontem. Organizada pelo coletivo Contra o Genocídio Negro, a manifestação teve início por volta das 16 horas e teve uma caminhada pela Avenida Paulista, que seguiria até o Largo do Paiçandu, na região central da cidade.
Via Jornal do Brasil

Quando se pensa na dimensão e influência da Galinha Pintadinha nas crianças, muitos pais devem desconhecer a força que esse produto, nascido em Campinas (SP), tem em nível mundial. Longe de ser o melhor parâmetro para isso, o YouTube dá uma amostra do que estamos falando. Recentemente, o canal ultrapassou nomes populares como Lady Gaga e Anitta e se tornou um dos maiores em número de inscritos no segmento musical. Com 10,6 milhões, a Galinha Pintadinha está distante do topo, ocupado pela gravadora indiana T-Series, com 41,8 milhões, mas já faz frente numa área que não é exatamente a sua.
Via A Tribuna
O mundo inteiro comemora no dia 14 de abril um de seus produtos preferidos: o café. Conhecido por pingado, média, carioca, curto, espresso, cappuccino, de acordo com as formas de preparo ou combinação com outros ingredientes, o café é consumido por nove entre dez brasileiros acima de 15 anos, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
Amigos desde a juventude, quando dividiram apartamento no Rio e começaram a se aventurar pelo rock nacional, Leo Jaime e Leoni já estiveram juntos por diversas vezes no palco. Desde o Kid Abelha, passando pelo grupo Heróis da Resistência e às respectivas carreiras solos, muitas foram as parcerias de Leoni e Leo Jaime.
Para se ter ideia do entrosamento entre eles, um já chegou a substituir o outro. “Uma vez, a gente estava jogando bola com o Chico Buarque e o Leoni quebrou a perna. Havia três shows dos Heróis da Resistência naquela semana. Eu acabei substituindo o Leoni, tocando baixo e tudo. Ele também já me substituiu no palco quando fiquei internado”, conta Leo.
Antenados com nomes que estão em efervescência na cena atual (Leo e Leoni citam Johhny Hooker, Mahmundi, O Terno e o rapper Rincón Sapiência), a dupla tem propriedade para falar sobre música, especialmente sobre o rock.
“Ficou velhinho, né? O rock é um senhor de idade. Ele, infelizmente, não é mais a música da juventude. Apesar de ter muita gente boa fazendo ainda. A música da juventude hoje é o rap. O rock não vai morrer, assim como o blues não morreu. É um estilo difícil porque muita coisa já foi feita. É raro ver algo novo. Para a galera nova, uma banda pode ser impressionante. Para mim, não. É uma questão de idade. Eu acho que hoje em dia não há fronteiras com o rock. Meu filho, que tem 18 anos e é músico, toca guitarra, ama Led Zeppelin, mas gosta de Novos Baianos e Lady Gaga“, conta ainda Leoni.
“O rock tem uma energia que poucos outros gêneros têm. Você é tomado por alguma coisa quando ouve I Saw Her Standing There, dos Beatles. Isso jamais vai morrer. Mas hoje, no Brasil, o rock é um segmento fora do mercado. Algo bem diferente dos anos 1980”, complementa Leo.
Consistência
Para Leo, inclusive, a música feita atualmente está menos politizada. “Na época em que a gente começou, fazíamos músicas com um discurso que tinha a ver com que estava acontecendo no País. Elas refletiam nosso tempo. Hoje em dia, eu sinto falta da realidade brasileira, que é muito rica e efervescente. As músicas simplesmente não retratam a nossa época. Eu sinto falta dessa crônica. A única exceção é o rap. A música precisa ser um retrato do que está acontecendo. E não é só sobre política, não, mas sobre várias outras coisas. Daqui a alguns anos, qual música nós vamos dizer que retrata o ano de 2018? Amei Te Ver (Tiago Iorc)? Trem-Bala (Ana Vilela)? Isso não vai identificar o nosso tempo. Não é uma crítica, são grandes sucessos, obviamente. No entanto, precisamos pensar e refletir sobre isso.”

