É revelado que durante a análise de 39 estudos com um total de 110.380 participantes, entre 14,8% e 27,4% de jovens adolescentes pesquisados nas idades entre 12 e 17 anos enviam mensagens em seus aparelhos celulares com computadores para outras pessoas a respeito de sexo.
Em relação ao sexting não-consensual, onde a pessoa envia imagens, fotos, vídeos ou texto sem que você queira ou esteja confortável com isso, é de 12%. O estudo conclui que “a predominância do sexting aumentou nos últimos anos e aumenta com a idade dos jovens,” e revela que pesquisas como esta são importantes para prevenir, informar e educar os jovens sobre essa nova prática que está se tornando tão popular entre os nascidos do século XXI e que também já é adotado por muitas pessoas em todo o mundo.
A JAMA Pedriatics afirma que “pesquisas adicionais com foco em sexing não consensual são necessárias para atingir adequadamente e informar os esforços de intervenção, políticas e edução,” sendo portanto, necessário deixar de que este seja um assunto como tabu e passe a ser enxergado com seriedade e com informações para que pessoas não caiam em golpes e para que crianças não sofram bullying por serem expostas na internet.