
Dia: 22 de fevereiro, 2018
O ano de 2018 ainda está começando, mas a Marvel já emplacou um de seus maiores sucessos: primeiro filme da produtora protagonizado por um herói negro, Pantera Negra bateu recordes de bilheteria em seu final de semana de lançamento e já arrecadou mais de US$ 426,6 milhões — superando toda a receita de filmes da empresa como Capitão América: O Primeiro Vingador.
A história de T’Challa, líder do reino fictício de Wakanda que ganha os poderes de Pantera Negra para proteger o seu povo, ganhou elogios do público e da crítica especializada não apenas pela história bem contada e pelo visual impecável.
O filme também é histórico ao apresentar atrizes e atores negros como protagonistas, valorizando as particularidades culturais e históricas dos povos africanos para além dos estereótipos. Sem contar as personagens femininas do filme, que têm papel fundamental para o desenrolar da trama.
Além disso, Pantera Negra é repleto de referências históricas, políticas e culturais que contam a trajetória do movimento negro nos Estados Unidos pela luta por direitos sociais. Assim como no Brasil, a sociedade norte-americana conviveu com a escravidão de seres humanos durante séculos, deixando cicatrizes ainda não curadas, como a segregação, a falta de oportunidades iguais e a desigualdade econômica entre brancos e negros (alguma semelhança com nosso país?).
Ainda que dentro dos limites possíveis para um blockbuster que precisa ter fácil assimilação, algumas das cenas de Pantera Negra são uma tremenda lição para quem insiste em afirmar que o racismo não existe — de Donald Trump a exemplares de nossa política.
Fonte: Revista Galileu
Dentro da série de eventos que chegarão para comemorar os 110 anos da imigração japonesa no Brasil, um festival de filmes japoneses está agendado para acontecer em 2019, em São Paulo. A grande novidade para os fãs de cultura pop neste festival será um remake totalmente brasileiro de Jaspion , um dos ícones da cultura pop nipônica nos anos 1980.
“Este é o melhor momento para lançar o filme: são 110 anos de imigração japonesa no Brasil e 30 anos da série”, celebrou Yusei Nagamatsu, da própria Toei Company, detentora dos direitos da série original.
Jaspion na versão brasileira terá um visual mais “moderno”, ainda que mais detalhes sobre isso não tenham sido divulgados até o momento. Mas não faltarão efeitos especiais, garantiu Nelson Sato, presidente da companhia brasileira.
Jaspion estreou no Brasil em fevereiro de 1988 pela antiga TV Manchete e a Sato Company está bem conectada com esse mercado, pois é distribuidora no Brasil de títulos como National Kid, Ultraman, Jiraiya e Cybercop, entre outros conhecidos tokusatsus (produções japonesas que usam e abusam dos efeitos especiais). A Sato é atualmente agregadora de conteúdos para a Netflix e representa emissoras internacionais no Brasil, como Telefe, KBS e NTV (Nippon Television).
Fonte: Portal Terra
A Prefeitura de Sobral, por meio da Secretaria da Cultura, Juventude, Esporte e Lazer (Secjel), promove, nesta sexta-feira (21/02), a Noite Cultural da Estação Juventude Padre Albani (Cohab I). A ação visa integrar a comunidade em atividades que envolvem as diversas linguagens da cultura.
A programação terá início às 18 horas e contará com vivência corda-bamba, batalha de danças urbanas, cineclube comunitário, roda de capoeira, aulão de ritmos e apresentações culturais com os grupos Street Dance, Camerata de Violões Estação das Artes e Cover do Pablo Vittar.
Serviço:
Noite Cultural
Local: Estação Juventude Padre Albani (Rua Manoel Torres, S/N – Cohab I)
Data: 23 de fevereiro (sexta-feira)
Horário: 18 horas

