CDH aprova projeto que torna crime a ‘vingança pornográfica’

A imagem pode conter: textoA Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou nesta quarta-feira (9) substitutivo ao projeto que torna crime a “vingança pornográfica” que consiste na divulgação e na exposição pública da intimidade sexual. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 18/2017 altera a Lei Maria da Penha e o Código Penal, estabelecendo pena de reclusão e multa para o autor da divulgação.

O autor da proposta, deputado João Arruda (PMDB-PR), argumenta que a legislação não protege a mulher da violação de sua intimidade, que se dá, especialmente, sob a forma de divulgação na internet de vídeos, áudios, imagens, dados e informações pessoais sem o seu expresso consentimento.

A relatora na CDH, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), reconheceu a importância de tipificar de maneira explícita a violenta conduta caracterizada pela “vingança pornográfica”, porém propôs alterações ao texto original a fim de garantir a máxima proteção à vítima com a mínima mudança na lei. Gleisi também propôs aumento da pena, argumentando que aquela prevista no projeto é demasiadamente leve.

Em seu substitutivo a pena para esse crime passa de três meses a um ano de reclusão e multa – conforme o projeto original – para seis meses a dois anos de reclusão e multa.

Fonte: Agencia Senado

Carnaval: previna-se do vírus da herpes

A Organização Mundial de Saúde estima que dois terços da população mundial tem o vírus da herpes.

O herpes labial é altamente contagioso e normalmente é feito por meio de secreção, compartilhamento de copos, batons, beijos e sexo oral. A forma de transmissão maior é na fase inicial ou seja, quando o paciente está começando a apresentar as lesões. Nesta fase, o doente ainda não apresenta a lesão e provavelmente não sabe que tem o vírus, por isso é difícil conter a disseminação do vírus.

Para os médicos, a maior forma de tratamento é a prevenção. Eles chamam atenção para os fatores de risco de contágio: dormir mal, comer mal, bebida alcoólica, muito sol e o beija-beija, porque isso tudo diminui a imunidade.

Para os que já possuem o vírus, se o paciente tem manifestação da doença pelo menos seis vezes no ano, ele deve fazer o tratamento profilático ou preventivo, onde o médico prescreve medicamentos antivirais e diminui a provabilidade de transmitir a doença.