dvogado indiano exige que WhatsApp retire emoji de dedo do meio

CCaR3u5XIAILcNMUm dos emojis mais mal educados do WhatsApp – e por isso mesmo é a diversão de muitos usuários – pode estar sob ameaça de sumir. O advogado indiano Gurmeet Singh, de Nova Delhi, promete processar o app de mensagens se ele não retirar de sua lista de emojis o que usa uma mão com o dedo do meio erguido.

O motivo para isso? Singh se apoia na lei do país e visa proteger as mulheres de ofensas. Na “vida real”, mostrar esse dedo a uma indiana é uma grande ofensa prescrita em lei. As Seções 354 e 509 do Código Penal Indiano preveem como crimes, respectivamente, “ataque ou força criminal à mulher com a intenção de atentar seu pudor” e “palavra, gesto ou ato destinado a atentar ao pudor de uma mulher”.

“O uso de um gesto obsceno, ofensivo e obsceno por qualquer pessoa é ilegal, como é mencionado. De acordo com a seção 6 da Lei de Justiça Criminal (Ordem Pública), de 1994, mostrar o dedo médio também é uma ofensa na Irlanda”, argumenta o advogado em seu aviso.

As penas para esse tipo de crime são prisão de até dois anos e multa, ou ambos. Nem o WhatsApp nem o advogado responderam aos pedidos de resposta do portal “Cnet”, que deu a notícia na última quarta-feira (27).

Apesar de parecer bobagem a princípio – e pouco provável que o WhatsApp atenda ao pedido – é fato que o app tem uma influência muito grande na vida social da Índia, talvez igual ou maior do que no Brasil. No ano passado, uma indiana de 40 anos cometeu suicídio logo após um vídeo do estupro coletivo do qual foi vítima ter sido compartilhado pelo aplicativo.

Os altos índices de assédio a mulheres no país levou a polícia local a criar um canal de denúncias pelo WhatsApp, permitindo inclusive o anonimato das vítimas.

Também em 2016, duas pessoas entraram com ação contra o aplicativo após a mudança dos termos de privacidade, que entre outras coisas previa o compartilhamento de dados da conta, como número de telefone e tempo que passam no app, com o Facebook.

Neste ano, a “BBC” informou que uma tradição do Islã na Índia chamada “triplo talaq”, que permite aos homens muçulmanos se divorciar de suas esposas em minutos, simplesmente repetindo as palavras “talaq, talaq, talaq”, passou a ser feita por e-mail, mensagens de texto, e claro, pelo WhatsApp. Mas a Suprema Corte da Índia considerou o tal “divórcio instantâneo” inconstitucional. E se um projeto de lei for aprovado, a prática poderá ser punida com até três anos de prisão.

Via UOL tecnologia

 

Califórnia inaugura maior mercado legal de maconha do mundo

Ano de 2018 marca início oficial da legalização da venda de cannabis com fins recreativos no maior estado americano, um negócio de 7 bilhões de dólares anuais e que pode gerar impostos superiores a 1 bilhão de dólares.

A Califórnia inaugurou nesta segunda-feira (1°) o mais novo e potencialmente maior mercado de maconha recreativa do mundo – um negócio que, estima-se, pode gerar um faturamento anual de pelo menos 7 bilhões de dólares.

No chamado “Golden State”, a maconha com fins medicinais já é legalizada desde 1996. Com fins recreativos, será liberada aos poucos: 60 estabelecimentos inicialmente terão licença para comercializar. Ao longo do ano, espera-se a abertura de centenas de outras lojas no estado.

Via noticias.uol.com.br

 

Lançado o Edital “Blocos Pré-Carnaval”

A Prefeitura de Sobral, por meio da Secretaria de Cultura, Juventude, Esporte e Lazer –Secjel e do Instituto Escola De Cultura, Comunicação, Ofícios e Artes – ECOA Sobral, publica o Edital Blocos Pré-Carnaval, com o objetivo de credenciar projetos, visando o apoio aos blocos de rua do Verão Sobral – Férias e Pré-carnaval 2018.
Os interessados deverão apresentar os documentos exigidos neste edital entre os dias 3 a 12 de janeiro de 2018, junto a Diretoria de Ação Cultural e Cidadania do Instituto ECOA localizado na sede do Instituto ECOA – situada na travessa Adriano Dias, 135, Centro, no horário de funcionamento do instituto – 8h às 12h e 14 à às 17h.

Serão incentivados por este Edital 15 (quinze) projetos de blocos de rua, sendo: 10 (dez) blocos fixos e 05 (cinco) blocos itinerantes. Os blocos fixos serão apoiados com o valor bruto de R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) e os blocos itinerantes serão apoiados com o valor bruto de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais).

CRONOGRAMA:

● Período de Inscrições: 3 a 12 de janeiro de 2018

● Resultado Parcial: 15 de janeiro de 2018

● Resultado Final: 18 de janeiro de 2018

● Assinatura do Contrato: 24 de janeiro de 2018

Leia o Edital completo:  

Confira a Ficha de Inscrição: http://bit.ly/2C8Rgnd

Confira a Carta Coletiva de Anuência: http://bit.ly/2zMELra

Papa Francisco pede que se evitem o consumismo e as “conversas vazias”

O papa Francisco aconselhou nesta segunda-feira que se abandone a “bagagem inútil” da vida em 2018, evitando-se a “banalidade do consumismo e as “conversas vazias”.

O pontífice refletiu sobre como saborear o verdadeiro significado da vida durante a missa de Ano Novo realizada na Basílica de San Pedro. A receita dele para chegar ao essencial inclui realizar um momento de silêncio diário para se estar com Deus.

Fazer isso ajudaria a “evitar que nossa liberdade se veja corroída pela banalidade do consumismo, pelo estrondo dos comerciais, pela torrente de palavras vazias e por ondas avassaladoras de conversas vazias e gritos”, segundo o papa.

Francisco recomendou aos fiéis que deixem para trás “todo tipo de bagagem inútil” para “redescobrir o que realmente importa” e começar de novo.

Fonte: Associated Press.
Agência Estado

Milhares de pessoas prestigiaram o Réveillon nas margens do rio Acaraú em Sobral

Cerca de seis mil pessoas participaram do show da virada de Sobral nas margens direita e esquerda do rio Acaraú. A cidade festejou em grande estilo a chegada de 2018. A festa preparada pelo município teve apresentação do cantor e compositor Nando Reis, Waldonys, além de atrações locais que embalaram o público no Réveillon que durou mais de dez horas. Este ano a tradicional queima de fogos ganhou uma novidade: pela primeira vez Sobral assistiu a um show piromusical. A beleza dos fogos em sincronia com a emoção da música iluminaram o céu da cidade, dando as boas vindas ao ano novo.

“Foi muito lindo. Meus meninos gostaram muito de ver a queima de fogos. Foi fantástico”, disse o operador de empilhadeira Evanildo Cavalcante que levou a esposa e os filhos pequenos para prestigiarem o Réveillon de Sobral.

De acordo com Emanuela Paulino, “a queima de fogos foi linda. Foi maravilhoso dar as boas vindas a 2018 com esse espetáculo de luzes em sintonia com a música. Foi emocionante”, afirmou a analista financeira que estava acompanhada do esposo e da filha de seis anos.

No palco principal, o cantor e compositor Nando Reis fez o público sair do chão. As pessoas cantaram e dançaram ao som de canções como Marvin, Relicário e O mundo é bão, Sebastião. Para a estudante Beatriz Rodrigues, valeu a pena chegar cedo para curtir de perto o show do artista. “Valeu muito a pena. Ele é um músico incrível. Todas as músicas (são) incríveis”, festejou a estudante.
Em seguida, Waldonys subiu ao palco para embalar o público com muito forró. Com sua sanfona, o artista botou todo mundo para dançar bem ao estilo cearense.

Mais cedo, foi atração sobralense Chico Muçambê que contagiou o público numa mistura de ritmos com destaque para o Maracatu. A banda local Freud Explica encerrou as apresentações no palco principal já na manhã desta terça feira (01/01). O Réveillon de Sobral também reservou espaço para música eletrônica, prestigiando assim todos os públicos.

“Foi uma festa diversificada. Forró, pop rock, maracatu, música eletrônica… teve de tudo um pouco para agradar um público bastante eclético que prestigiou o Réveillon de Sobral”, disse o secretário de Cultura Juventude, Esporte e Lazer de Sobral, Igor Bezerra.

 

Piauiense muda canções de roda e best-seller é adotado em todo o país

“Sambalelê tá doente, tá com a cabeça quebrada. Sambalelê precisava é de uma boa palmada” – quem nunca cantou para os filhos ou ouviu essa música dos pais quando era criança? Parece uma brincadeira ingênua, mas traz uma série de problemas camuflados no “meio lúdico”, que têm sido propagados há séculos, sem a menor reflexão – até que as coisas começaram a mudar.

Recentemente, alguns DVDs infantis passaram a trocar a palavra “palmada” por “lambada”, para afastar a questão da violência. Mas a música tem muitos mais pontos negativos. Após vastas pesquisas, o pedagogo Isaque Folha acredita que mesmo doente, com traumatismo craniano, Sambalelê era obrigada a sambar para alegrar os senhores de engenho que se divertiam às custas da escravidão.

Bem cruel não é, mesmo? Mas não é só essa música que traz valores invertidos implícitos. O clássico “Atirei o Pau no Gato” traz a violência contra os animais de forma até clara. E foi exatamente essa cantiga que deu início ao trabalho do piauiense Isaque Folha, de modificar, recriar e tornar as canções cantadas em sala de aula e em casa uma forma verdadeiramente saudável de aprendizado. E essas mudanças já alcançaram todo o país.

“Eu estava assistindo a uma palestra da professora Ivone Boechat, quando ela disse: ‘Por que cantamos Atirei o Pau no Gato, quando poderíamos cantar o Luar do Sertão?’. Nesse momento, há uns 10 anos, me veio um insight: transformar as cantigas de roda. Então, comecei a pesquisar a história, as origens das tradicionais cantigas. Isso levou sete anos. Enquanto isso, também procurava parceiros para a execução do projeto”, conta Isaque.

O projeto saiu do papel há três anos, após uma parceria com o Instituto Vicente Nelson. O livro “Cantigas de Valor” passou a ser adotado nas principais e mais tradicionais escolas de Teresina, como paradidático, dentro da grade curricular, do Ensino Infantil e Fundamental I.

O sucesso do trabalho rompeu as barreiras piauienses e o livro já chegou às cinco regiões brasileiras, consagrando “Cantigas de Valor” como o maior best-seller piauiense, alcançando quase 20 mil exemplares, mesmo de forma independente.

Valores corretos

As contribuições do livro para o desenvolvimento infantil vão muito além de momentos de entretenimento. Segundo o pedagogo, a obra contempla vários objetivos:

– Incentivar o contato com a leitura desde cedo, considerando elementos necessários para o bom desenvolvimento intelectual;

– Resgatar a brincadeira de roda, como instrumento de integração entre crianças;

– Incentivar o regionalismo musical, já que todas as cantigas presentes no CD foram gravadas em ritmos brasileiros, como baião, samba, axé, etc.

– Ensinar valores e normas de convivência pacífica;

– Despertar o senso crítico dos educadores, das crianças e das famílias com relação aos pontos positivos e negativos da cultura.

Para o pedagogo, o problema não está em cantar as músicas originais, mas na falta de senso crítico. “Se logo depois de cantar as professoras fizessem um trabalho de análise com as crianças, não haveria problema, mas não é isso que acontece. As músicas são cantadas de forma indiscriminada, sem nenhum senso crítico. Ou seja, a gente continua repassando ‘baboseiras’ de geração em geração”, critica o professor.

Fonte: cidadeverde.com