
Dia: 4 de dezembro, 2017
O WhatsApp, através do Google Play Beta Programme na versão 2.17.430, está disponibilizando um novo recurso chamado “Grupos Restritos”. Com ele, as configurações só podem ser alteradas pelos administradores dos grupos, que podem definir quais membros têm o direito de veicular conteúdos de texto, imagem e áudio. Os administradores podem indicar membros para se tornarem restritos, dando a eles apenas o direito de acessar o conteúdo postado pelos outros membros do grupo, sem direito à interação.
Para enviar arquivos, os membros restritos deverão enviar os documentos utilizando um botão específico, que aciona o moderador para que ele avalie o conteúdo e o libere para que seja veiculado aos demais membros do grupo.
Cada grupo pode funcionar como um grupo restrito uma vez a cada 72 horas.
A feature, que estava desabilitada, talvez venha a se tornar um produto estável nas próximas atualizações. Ainda em outubro, foi anunciado que moderadores de grupo do WhatsApp podem definir se os outros membros têm o direito de alterar o nome, descrição e ícone dos grupos. A opção de apagar todas as mensagens de todos os membros do grupo, entretanto, já foi lançada e tem como objetivo permitir que os usuários apaguem mensagens enviadas por engano, ou dignas de arrependimento.
Fonte: Gadgets 360
A inesquecível rivalidade entre a bem-sucedida empresária Maria Clara Diniz (Malu Mader) e a dissimulada Laura (Claudia Abreu) está de volta à TV. A partir desta segunda-feira (4), o “Vale a Pena Ver de Novo”, da Globo, exibe a reprise de “Celebridade”, trama de grande sucesso de Gilberto Braga.
A história, que foi ao ar originalmente em 2003, aborda temas como o jornalismo de celebridades, o alpinismo social e a busca pela fama a todo custo. “Estou curiosa para sentir como será a compreensão do público jovem sobre essa história. Apesar de tratar de um tema muito atual, a novela é anterior ao fenômeno das redes sociais. Como sempre, Gilberto Braga antevê grandes acontecimentos de nossa época”, diz Malu Mader.
Fonte: O Tempo
Os cidadãos brasileiros poderão, agora, acompanhar a sua situação eleitoral por meio de um aplicativo. O E-título foi lançado nesta sexta-feira (1º) pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes. De acordo com o ministro, a ideia surgiu no Acre, quando o TRE do estado disse que teria que imprimir títulos ʹem massaʹ. “Só para o próximo ano estávamos estimando gastar algo como R$ 200 milhões, R$ 250 milhões em títulos [de eleitor impressos]”, disse.
“Estávamos comprando esses papéis para cinco anos e tínhamos que ter toda uma geração de impressoras. Essa é a economia que essa ideia está nos trazendo. E de uma maneira inteligente, virtual, que pode ser atualizada já se fala em novos aplicativos que vão ser adquiridos, integrados a este modelo.
Aqueles que tiverem feito a biometria terão o título com a foto”, complementou. Conforme o TSE, o aplicativo irá reduzir custos da Justiça Eleitoral com a emissão de segundas vias dos títulos extraviados.
Ainda de acordo com o tribunal, o eleitor terá também os seus dados eleitorais sempre “seguros e disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor”. Além disso, conforme o TSE, o tempo de atendimento nos cartórios eleitorais será “consideravelmente reduzido”. Os eleitores poderão baixar o aplicativo em celulares com sistema Android e IOS. Quando o cidadão inserir os dados no aplicativo (número do título eleitoral, nome, nomes dos pais e data de nascimento), o E-título será validado e liberado. No aplicativo poderão ser vistas informações sobre a quitação eleitoral, dados sobre o cadastramento biométrico e endereço do local de votação, e um mapa com geolocalização e com um QR Code para a validação na zona eleitoral.