
Dia: 17 de setembro, 2017
Cena do espetáculo ‘O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu’ (Foto: Divulgação)
Depois de levantar polêmica por trazer Jesus Cristo, nos dias atuais, encarnado na pele de uma mulher trans, o espetáculo O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu foi suspenso por conta de uma decisão judicial. A medida foi tomada pelo juiz Luiz Antonio de Campos Júnior em caráter de urgência na sexta-feira (15), da 1ª Vara Cível da Comarca de Jundiaí, em São Paulo.
Criada pela dramatuga escosesa e transexual Jo Clifford, peça tem a atriz Renata Carvalho no papel principal da adaptação brasileira e vinha sendo apresentada no Sesc de Jundiaí. A suspensão foi confirmada pelo próprio Sesc em seu site oficial; eles também informaram ter recorrido da decisão..
A suspensão foi aceita após um pedido impetrado pela advogada Virginia Bossonaro Rampin Paiva, que deu entrada ao processo contra o Sesc. Na decisão final, o juiz proibiu o Sesc de apresentar a peça na sexta-feira (15) ou em qualquer outra data, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. “As circunstâncias jurídicas alegadas (…) corroboram o fato de ser a peça em epigrafe atentatória à dignidade da fé cristã, na qual Jesus Cristo não é uma imagem e muito menos um objeto de adoração apenas, mas sim o filho de Deus”, escreve o juiz.
O juiz afirma que “não se olvida a liberdade de expressão”, “mas o que não pode ser tolerado é o desrespeito a uma crença, a uma religião, enfim, a uma figura venerada no mundo inteiro.”
“De fato, não se olvide da crença religiosa em nosso Estado, que tem Jesus Cristo, como o filho de Deus”, diz ainda a decisão. “Em se permitindo uma peça em que este homem sagrado seja encenado como um travesti, a toda evidência, caracteriza-se ofensa a um sem número de pessoas.”
Na página da peça no Facebook, a diretora de Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, Natalia Mallo, condenou a decisão judicial. “Afirmar que a travestilidade da atriz representa em si uma afronta à fé cristã ou concluir, antes de assistir o trabalho, que é um insulto à imagem de Jesus é, do nosso ponto de vista, negar a diversidade da experiência humana”, escreveu. “Cria-se categorias onde algumas experiências são válidas e outras não, algumas vidas tem valor e outras não.”
“O espetáculo, escrito por Jo Clifford, busca resgatar a essência do que seria a mensagem de Jesus: afirmação da vida, tolerância, perdão, amor ao próximo”, explica ainda a diretora. “Para tanto, Jesus encarna em uma travesti, na identidade mais estigmatizada e marginalizada da nossa sociedade. A mensagem é de amor”, finalizou.
Via Correio24horas
A música “Evidências”, interpretada originalmente pela dupla Chitãozinho e Xororó, é a mais tocada nos karaokês do Brasil. Os dados são da pesquisa realizada pela KWC Brasil, organização que promove o Campeonato Mundial de Karaokê.
De acordo com a consulta, a canção é cantada, em média, 5,2 vezes por noite. A organização visitou cerca de duas mil casas de karaokê. Segundo o portal G1, Chitãozinho e Xororó serão homenageados pela KWC Brasil durante a final do Karaoke World Championships, que ocorrerá neste domingo, 17, em Helsinki, na Finlândia.
Confira o ranking
1.”Evidências” – Chitãozinho e Xororó
2.”Olhos Coloridos” – Sandra de Sá
3.”Como Nossos Pais” – Elis Regina
4.”O Amor e o Poder” – Rosana
5.”Fogo e Paixão” – Wando
6.”Menina Veneno”, Ritchie
7.”Borbulhas de Amor”, Fagner
8.”Caça e o Caçador” – Fábio Jr
9.”Pintura Íntima”, Kid Abelha
10.”Sandra Rosa Madalena”, Sidney Magal
Via blog Vai Forrozão
A insulina poderá deixar de ser oferecida no Aqui Tem Farmácia Popular. A medida, conforme reportagem veiculada no jornal Estado de S.Paulo faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde para restringir o orçamento do programa.
Pela proposta, caso não haja uma redução nos valores pagos pelo Ministério da Saúde às farmácias, a distribuição do produto passará a ser feita somente nos postos de atenção básica. Estimativas de mercado indicam que 30% do acesso ao medicamento é feito por meio de farmácias credenciadas ao programa.
De acordo com informações do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a pasta paga hoje R$27,50 pela unidade do produto distribuída no Farmácia Popular, quase três vezes mais do que é desembolsado para o produto distribuído na rede pública.
A retirada da insulina da cesta de produtos oferecidos nas farmácias populares é um dos pontos da discussão com fabricantes e representantes do setor varejista para reduzir o preço pago pelos medicamentos do programa.
