Ao menos 703 estudantes tiveram seu direito à matrícula com o nome social garantido em escolas públicas de sete estados do país e no Distrito Federal no primeiro semestre de 2017.
O número representa um aumento de 561 matrículas com o nome social em relação a 2015, ano em que estudantes brasileiros conquistaram o direito de se inscrever em instituições de ensino do Brasil com o nome com o qual se identificam.
Desde 2015, as unidades de ensino do país devem aceitar matrículas de alunos que optarem usar o nome social em seu sistema, de acordo com a Resolução 12 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT).