Fenômeno em todos os estados nordestino, onde arrasta multidões em cerca de 25 shows por mês, o cantor sobralense Avneh Vinny deverá dar uma quinada na sua carreira a partir do próximo mês de julho, quando assinará contrato com a gigante multinacional Sony Music. A data da assinatura do contrato ainda não foi divulgada. Avneh era pretendido também pela gigante brasileira Som Livre.
Dia: 19 de junho, 2017
Roda a Roda Jequiti substitui a lendária série de Roberto Bolaños nas tardes da emissora.
Chaves, a atração mais longeva e mais trocada da televisão brasileira, sofreu nova mudança, e de modo drástico. A exibição da série de Roberto Bolaños no horário vespertino foi cancelada sem aviso prévio nas últimas quinta (15) e sexta (16). A informação é da coluna F5.
O “Roda a Roda Jequiti”, programa apresentado por uma das filhas de Silvio Santos, Rebeca Abravanel, será o seu substituto a partir dessa segunda-feira (19), às 14h30. O desafio será manter a audiência de Chaves, que até a semana passada era de 6 pontos. Nos dias em que não foi exibida, a audiência do SBT caiu para 5,8 pontos.
Apesar da mudança, Chaves segue na grade da emissora nos fins de semana, pela manhã: sábado, às 6h, e domingo, às 9h.
Fonte: Adoro Cinema
Realizado pela Secult, por meio do Instituto Dragão do Mar,
em parceria com a Seduc, o evento ocorre de 22 a 29 de julho
O Festival Música da Ibiapaba (Mi), realização da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), chega à 13ª edição cheio de novidades. O evento de formação musical, que ocorre em Viçosa do Ceará de 22 a 29 de julho, é um dos mais reconhecidos do calendário cultural do Estado e uma das /principais ações de interiorização da política cultural. Este ano, o “Mi”, como está sendo chamado, se aproxima das sonoridades contemporâneas, ganha nova identidade visual, um apelido, a curadoria de grandes nomes da música cearense e nacional, além de um patrono, o maestro cearense Alberto Nepomuceno.
Realizado pelo Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult e do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Educação, o “Mi” traz nesta edição mais diversidade às ações formativas e à programação artística.
O secretário da cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, comenta o novo momento do evento. “A identidade do festival é a formação. O Festival Música da Ibiapaba traz em sua gênese a formação. Essa identidade se mantém e se renova, mas estamos buscando novas dimensões, estabelecendo conexões do Festival com a música em suas vertentes erudita, popular e contemporânea e de como isso se traduz em sua programação. Estamos falando de um festival que existe desde 2004 e que precisa passar por uma ressignificação, seja no seu conceito, na sua programação artística e na conexão com outros setores das artes, da economia da cultura, do turismo, da artesania, da gastronomia e com o próprio patrimônio cultural da cidade de Viçosa do Ceará e da região da Ibiapaba”, diz.
Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar, lembra que, com o novo formato, o Festival amplia seu alcance. “As experiências estéticas, que vão desde a música erudita, passando pela instrumental, às raízes populares, essa fusão de experiências, fundamental para a formação, ganha agora também uma potência de difusão”, explica.
Nova identidade
Outra novidade é que, em 2017, o festival incorpora um apelido, “Mi”. Como explica Fabiano Piúba, “fizemos um exercício de criação coletiva até chegarmos ao Mi. Queríamos encontrar uma sigla, um apelido para o Festival e, quando nos deparamos com o Mi, encontramos a pronúncia perfeita. É uma referência clara ao “m” de música e ao “i” de Ibiapaba. Além disso, uma referência à nota musical, à terceira nota da escala musical, então tem uma sonoridade natural e saborosamente silábica de pronunciar, de cantar, de tocar: ‘mi!’”.
Assinada pela designer carioca Ana Soter, a nova identidade visual alia referências musicais à Serra de Ibiapaba. “Por ser um festival originalmente de formação em música erudita, parti do universo estético das notas e pautas musicais para o reconhecimento imediato do tema. Trabalhei com uma tipografia que faz alusão à forma curva das montanhas, unindo, assim, as duas referências mais importantes para a nova identidade do Festival”, explica a profissional.