Acontece hoje o 1º Concurso de Drag Queen de Sobral

drag quenAcontece logo mais a noite no Palmeiras Contry Clube de Sobral 1º Concurso de Drag Queen da cidade, o evento promovido pelo Spetu’s Pub Show  contará com as presenças dos DJs Alan Smith, Ari Rodrigues, Leo Rugieri, Kaleb Sampaio,  e a participação especial das Drags Sky Levan e Charlotte Killz, uma das Djs mais badaladas de Fortaleza.

SERVIÇO 
1º Concurso de Drag  Queen de Sobral
Data: 25 de março de 2017 (sábado)
Horário: 20h
Local: Palmeiras Country Clube de Sobral
Acesso: R$15,00 (antecipado) e R$30,00 (na hora) à venda no Spetu’s Pub Show
Informações: (88) 9.9999-5359 e (88) 9.9479-4261

Sabadou…Confira a agenda musical dessa noite (25/03) em Sobral

Priscillaposter1º Concurso de Drag Queen de Sobral
DJs Charlotte KillzAlan Smith, Ari Rodrigues, Leo Rugieri e Kaleb Sampaio
Palmeiras Country Clube de Sobral
25/03 | 20h


13590506_855644807902276_2378497691630038667_nSamba e Pagode

Pagode de Primeira
Espaço Devassa no Pinheiro Supermercado
25/03 | 11h30m

 

flavia coelhoMPB
Flávia Coelho
Happy Hour do North Shopping Sobral
25/03| 19h

heredClássicos do Rock 
Banda Heredtárius
The Joe’s Pub
25/03 | 22h

CED continua com o processo de seleçõe para o Curso de Produção Audiovisual em Sobral

17191291_697927440387632_1553393085115169179_nProfessores da Rede Pública Estadual de Ensino poderão cursar, nos meses de abril e maio, o CURSO DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL, ofertado pelo CED. A formação terá uma carga horária de 100horas/aula, modalidade a distância. As inscrições e a capacitação serão gratuitas.
Mais detalhes: http://www.ced.seduc.ce.gov.br/

Clique AQUI e confira o Edital

Outras informações:
Tel.: (88) 3695-1960

Artista faz performance com o próprio útero em Porto Alegre

A artista Dani d’Emilia apresentou em Porto Alegre a performance U TE(A)R US, em que interagiu com o seu próprio útero. O título é um jogo de palavras com “útero” e a expressão em inglês para “você nos rasga”. A ação, que teve duração de 34h, ocorreu entre as 10h de sábado, na galeria Península, e as 20h de domingo. Quem passou em frente à galeria, no número 351 da Rua dos Andradas, pôde conferir o trabalho, que chamou a atenção dos transeuntes.

Diagnosticada com um mioma, Dani d’Emilia decidiu passar por uma cirurgia para retirar o útero em 19 de janeiro (ela poderia ter optado por retirar apenas o mioma). Desde então, conservou o órgão em um recipiente de vidro com formol para realizar a performance, que marcou os dois meses da operação e não deverá ser repetida. A duração tem a ver com a idade da artista, conforme ela explicou antes de realizar o trabalho:

– Essa ação duracional de 34 horas marca uma hora para cada ano que eu convivi com o meu útero dentro de mim. Tenho 34 anos no momento. Ela se propõe a externalizar a nossa relação, criar uma interação extra corporal. E abrir um novo momento na minha vida com uma série de liberações que a retirada desse órgão me permite.

Durante as 34 horas, a artista vestiu uma roupa branca, bebeu apenas água e só comeu ovos cozidos enquanto fazia exercícios para sentir o peso do órgão, que, devido à doença, inchou e atingiu o peso de quase um quilo. Com o ato, ela quis abrir uma discussão sobre os pesos simbólicos que recaem sobre o útero.

– Essa expansão do meu órgão simboliza o peso que ele teve de carregar. O útero historicamente é disputado pelos poderes patriarcais e neoliberais. E isso cria uma série de pressões e pesos. A gente internaliza pressões com relação à maternidade que vêm com um semblante de espiritualidade, de ciclos naturais, de aparências que estão nutridas por sistemas econômicos que necessitam da reprodutibilidade humana. Não ter filho é uma escolha muito forte socialmente.

Dani esclarece que não é contra a maternidade, apenas defende a soberania das pessoas sobre seus próprios corpos:

– Não é um órgão sobre o qual o Estado e a Igreja deveriam ter mais controle.

O aspecto estético do órgão também interessa à artista, que compara o útero a uma escultura. 

– Ele tem essa beleza abjeta que me interessa muito. Sinto que parí uma escultura de uma monstruosidade maravilhosa, uma escultura criada pelo corpo nos contextos nos quais ele transitou, nas narrativas que eu introjetei, nas experiências que tive, pelas substâncias que consumi, além da carga genética.

Dani d’Emilia é pedagoga, artista e transfeminista, ou seja, reivindica que as causas do feminismo incluam, além de mulheres, pessoas trans e não-binárias (indivíduos que não se identificam com nenhum gênero). Além disso, leva em consideração raça, sexualidade, gênero, classe, corpos não-normativos, entre outras categorizações.

Nascida na Itália, a artista morou em Porto Alegre entre os 5 e os 18 anos. Passou temporadas na Inglaterra, em Portugal e na Espanha e atualmente está radicada no México, onde trabalha no Proyecto Inmiscuir ao lado de Daniel B. Chavez. É co-fundadora da companhia de teatro imersivo Living Structures (UK) e do atelier de artistas Roundabout.lx (PT). Entre 2011-2016 integrou o coletivo transnacional de performance La Pocha Nostra (MX/US), que se apresentou no Estado em 2013.

Leia o texto da artista sobre a performance: 
U TE(A)R US
performance duracional de Dani d’Emilia

No dia 19 de Janeiro de 2017 eu me tornei um corpo sem útero. Parí meu útero como uma ação de arte-vida, tornando visível essa complexa escultura socio-corporal nutrida durante 34 anos por sistemas biológicos e ideológicos que estiveram atuando em mim.

Durante os dias 18 e 19 de Março, dois meses após a cirurgia, meu útero e eu estaremos nos relacionando extra-corporalmente em uma ação duracional de 34 horas (uma hora para cada ano que estivemos juntxs). Durante este tempo estarei sentindo seu peso, composto não só por sua materialidade mas também pelos significados pessoais, pressões sociais e poderes institucionais que operam sobre este órgão.

Fotos: Isadora Neumann/Agência RBS

Fonte: Zero Hora 

Artista usa histórias em quadrinhos para divulgar Orixás

OXUMFoi por meio da arte e dos traços clássicos das Histórias em Quadrinhos (HQs) que o baiano Hugo Canuto se propôs a contar a lenda dos Orixás. Inspirado no trabalho do quadrinista norte-americano Jack Kirby – o criador das HQs como conhecemos hoje –, Canuto, de modo despretensioso, decidiu recriar, em 2016, uma das principais capas da Marvel: Os Vingadores (The Avengers 4), publicada em março de 1964.

Ao invés de Homem Formiga, Thor, Homem de Ferro e Capitão América, a capa icônica da luta contra o mal foi ressignificada por Canuto. A capa passou a chamar-se The Orixas e trouxe Xangô, o orixá da justiça, entre seus destaques. O sucesso foi imediato e a capa com os orixás representados pelo quadrinista brasileiro teve ampla repercussão nas redes sociais tanto no Brasil quanto fora.

Lei da “CHIBATA”: Veja como votaram os deputados cearenses

TerceirizaçãoParlamentares da oposição protestaram durante a sessão

A maioria da bancada cearense na Câmara dos Deputados votou nesta quarta-feira, 22, contra o Projeto de Lei (PL) 4.302 / 1998, que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade. Foram 10 contra, sete a favor e cinco abstenções. O projeto foi aprovado por 231 a favor, 188 contra e 8 abstenções.

O texto final aprovado, que seguirá para sanção do presidente Michel Temer (PMDB), autoriza a terceirização em todas as atividades, inclusive na atividade-fim.

Decore aí pra não esquecer:
WhatsApp Image 2017-03-23 at 10.01.43

Inscrições abertas para Concurso Itamaraty de Composição Musical

photo5084712199078913970O Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) – por meio da Fundação Nacional de Artes (Funarte) – e a Academia Brasileira de Música, está com inscrições abertas, até 30 de junho, para o I Concurso Itamaraty de Composição Musical. O objetivo da seleção – que presta homenagem aos 50 anos do Palácio do Itamaraty, sede do MRE – é incentivar a produção de nova literatura musical.

Serão premiadas duas obras, uma na categoria “fanfarra”, no valor de R$ 15 mil, e uma na categoria “dobrado”, no valor de R$ 20 mil. As obras vencedoras serão incorporadas ao Banco de Partituras de Música Brasileira da Academia Brasileira de Música e comporão a Coleção Itamaraty de Composição Musical.

Podem se candidatar compositores brasileiros, natos ou naturalizados, residentes ou não no Brasil. A obra deve ser inédita, sem adaptações ou arranjos de obras previamente apresentadas, ter duração de 3 a 5 minutos, para categoria fanfarra, e de 4 a 6 minutos para dobrado.

Para participar, os interessados deverão enviar, por correio, para a Academia Brasileira de Música (endereço especificado no edital abaixo), as obras em partitura editorada em computador, impressa em folhas frente e verso, com atenção especial às viradas de página, e encadernada em espiral.

A Comissão Organizadora do concurso é formada por dois representantes da Academia Brasileira de Música e um representante da Funarte, entidade vinculada ao MinC, com a chancela do Ministério das Relações Exteriores. A Comissão Julgadora, por sua vez, será indicada pela Academia Brasileira de Música e composta por cinco membros convidados pela Comissão Organizadora.

Aos integrantes da Comissão Julgadora caberá avaliar as obras de acordo com os seguintes critérios: qualidade musical; dificuldade técnica e viabilidade de execução em até quatro ensaios; e adequação da obra à ocasião.

O resultado final será divulgado até 31 de julho nos portais da Funarte e da Academia Brasileira de Música.
Confira o Edital AQUI.