Caso Dandara repercute entre políticos e artistas em todo o país; ato em Fortaleza será na sexta

Artistas, militantes e políticos se manifestaram em declarações públicas sobre o caso Dandara dos SantosA travesti foi espancada e morta no último dia 15 de fevereiro, no bairro Bom Jardim, em Fortaleza. O caso só se tornou conhecido na última sexta-feira, quando um vídeo da agressão viralizou nas redes sociais.

O editorial da edição do O POVO desta segunda-feira, 6, destaca a repercussão da “barbárie transfóbica” no Brasil e no exterior. Leia o editorial na íntegra. Protestos se sucedem nas ruas e nas redes sociais.

Cerca de 40 travestis e transexuais nordestinas organizaram protesto neste domingo, 5, no Rio de Janeiro, repudiando a violência contra a população LGBT. O grupo se reuniu no Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, na Zona Norte carioca, e exigiu direito à vida.

“Nos solidarizamos. Fomos tomados por um grande sentimento de dor em nossos corações pelo que aconteceu com a Dandara”, comentou uma das organizadoras da manifestação, a transexual cearense Wescla Vasconcelos, de 21 anos.

Em Fortaleza, o “Ato Público contra a Barbárie Transfóbica” está marcado para esta sexta-feira, 10, a partir das 9 horas. A concentração deve acontecer na Praça Luíza Távora, na avenida Santos Dumont, seguindo para o Palácio da Abolição, na avenida Barão de Studart. O evento é organizado pelo Grupo de Resistência Asa Branca junto ao Fórum Cearense LGBT e tem apoio da Coordenadoria de Políticas Públicas para Diversidade Sexual da Prefeitura de Fortaleza.

Na manhã da segunda-feira, 6, Paulo Diógenes, coordenador da Diversidade Sexual da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos de Fortaleza, esteve reunido com o delegado responsável pelo caso, e com representantes de entidades relacionadas aos direitos LGBT. “Estamos fazendo todas as insistências no caso Dandara”, publicou.

Fonte: O Povo Online

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