O novo ministro da Cultura, deputado Roberto Freire (PPS-SP), que assumiu a pasta após o pedido de demissão do diplomata Marcelo Calero ( é o cabra pediu penico!), em outro momento já defendeu a ideia de um país sem ministério da cultura e que “não haveria problemas” em juntar a pasta da Cultura a outro ministério.
Freire enfatizou que terá como uma das prioridades à frente da pasta realizar mudanças na Lei Rouanet, e é preciso criar mecanismos para distribuir melhor os recursos do programa.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) declarou em sua página no Facebook que “Seria cômico se não fosse um escárnio completo: o novo ministro da Cultura do governo Temer defendeu publicamente que a existência do ministério que irá assumir é irrelevante”… “Quando a gente imagina que o governo chegou ao fundo do poço, eles dão um jeitinho de cavar mais um pouco”.
Veja o twitter abaixo postado em maio deste ano por Freire:


